Normalmente, quem resolve começar a organizar sua vida financeira e poupar dinheiro deseja partir para o próximo passo: investir para fazer seus recursos crescerem. O problema é que, diante das diversas opções de aplicações disponíveis no mercado, fica muito difícil para quem está começando saber quais investimentos rentáveis são mais adequados a seu perfil.

    Pensando nisso é que resolvemos separar algumas dicas de aplicações mais simples, que não demandam grandes conhecimentos sobre o mercado financeiro, tampouco pedem quantias altas de dinheiro para começar a investir. Curioso para conhecer essas opções? Então boa leitura!

    1. Tesouro Direto

    Basicamente, quem compra um título do Tesouro Direto está emprestando dinheiro para o governo. O governo, por sua vez, se compromete a devolver os valores investidos acrescidos de juros ao final do período combinado. É uma excelente opção para quem está começando por ser muito segura e não exigir valores iniciais altos.

    Esse tipo de aplicação se dá por meio da compra e venda de títulos em uma plataforma própria. É preciso ter conta-corrente em um banco ou em uma corretora, que vai realizar o cadastro do cliente para que ele comece a investir. Até podem ser cobradas taxas, mas que costumam ser baixas. Por fim, vale lembrar que quanto maior for o tempo de investimento, maiores são os rendimentos e menores são as alíquotas de impostos.

    2. Certificado de Depósito Bancário

    Os Certificados de Depósito Bancários (CDBs) são emitidos pelos bancos para a captação de dinheiro. Quem investe nos CDBs está, portanto, emprestando dinheiro para a instituição financeira. Da mesma forma que o Tesouro Direto, o CDB paga, ao final do período determinado, o valor investido mais juros.

    Os valores mínimos variam de acordo com o banco, mas já podemos adiantar que as quantias aceitas são cada vez menores — no caso de grandes bancos, por exemplo, é possível aplicar a partir de 500 reais.

    A grande vantagem dessa forma de investimento é que ela é coberta pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), uma espécie de seguro que assegura a proteção de valores inferiores a 250 mil reais, caso a instituição financeira venha a ter algum problema.

    3. Letras de Crédito

    As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) têm lógica similar à do CBD. A diferença está no fato de o dinheiro captado ser investido nos setores imobiliário e agrícola.

    Os valores mínimos também variam de acordo com o banco e as Letras de Crédito são protegidas pelo FGC. Vale ressaltar que as LCs contam com a vantagem da isenção da cobrança de imposto de renda. Mas esse não é o único fator a considerar na hora de escolher a melhor forma de investir, ok?

    4. Fundos de investimentos

    O funcionamento de um fundo de investimento é um pouco mais complexo, mas nem por isso deixa de ser uma boa alternativa para iniciantes. Trata-se, basicamente, da união de diversos investidores em uma espécie de condomínio. Todo o dinheiro investido é convertido em cotas e aplicado nos mais diversos ramos, como mercado imobiliário, títulos públicos ou câmbio.

    O fundo é gerido por um administrador, que é remunerado para escolher estratégias capazes de incrementar os ganhos dos investidores. Por mais que sejam cobradas taxas e impostos, o rendimento pode ser um pouco maior que o das outras opções. E como existem fundos de diversas faixas de valor e com prazos diferenciados, é importante pesquisar bem antes de decidir em qual colocar seu dinheiro.

    Como você viu, são vários os investimentos rentáveis dentre os quais você pode escolher. O que você precisa assegurar é que, qualquer que seja a forma de aplicação escolhida, ela deve estar alinhada com seus objetivos financeiros e ser muito bem planejada para garantir lucro!

    Por fim, se você achou nossas dicas interessantes, compartilhe o post em suas redes sociais! Quem sabe seus amigos também não estão pesquisando sobre o assunto?