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Mitos e verdades sobre seguro

Janeiro 2020

11 minutos de leitura

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Para famílias que entendem que precaução nunca é um exagero e que desejam garantir a segurança de seus bens mais valiosos, os seguros são um serviço essencial

No entanto, ao mesmo tempo, eles são objeto de constante dúvida, devido aos muitos mitos e verdades sobre seguro que vemos circular, especialmente em redes sociais. Assim, muitas pessoas costumam se perguntar: "O que é considerado na definição do preço de cotação de um seguro?" 

Como existem muitas categorias e tipos de seguro, é natural que algumas informações e especificidades não fiquem exatamente claras e fáceis de se compreender quando as recebemos de fontes pouco confiáveis. 

Por isso, preparamos um conteúdo especial, focado somente em atestar o que é mito e o que é verdade sobre esse tema! Se você tem dúvidas, não perca tempo e confira os principais mitos e verdades sobre seguro a seguir!

7 mitos e verdades sobre seguro veicular

Os seguros veiculares são os mais utilizados por brasileiros. Eles têm o objetivo simples de agregar valor e proteger o patrimônio de quem contrata o serviço. Atualmente, o mercado desse setor oferece ampla cobertura, com muitas modalidades, inclusive com seguros especiais para motos.

Com tantas opções, e com as modalidades oferecidas em cada uma delas, é normal que, antes de contratar um serviço, clientes queiram tirar dúvidas comuns, em função das informações confusas ou duvidosas que encontramos por aí. Então, para resolver esse problema, continue a leitura e saiba quais são os principais mitos e verdades sobre seguro veicular! 

1. Para mulheres, o seguro é mais barato

A definição do preço cobrado em seguros leva em consideração dados estatísticos e fatores sociais. Assim, considerando diversas pesquisas que apontam que mulheres, em geral, se comportam de forma mais cuidadosa no trânsito e se envolvem em menos acidentes, o valor do contrato de seguros para o sexo feminino é cerca de 15% mais barato do que o preço cobrado de homens.

Trata-se, portanto, de uma verdade. Porém, lembre-se de que, no cálculo do valor de contrato, outros fatores, como região da residência, segurança da garagem, modelo do veículo e outras características do perfil do proprietário, também serão levados em conta na definição do valor do seguro. 

2. Nenhum seguro veicular cobre objetos no interior do veículo

Profissionais que utilizam o veículo para trabalhar e fazem uso de equipamentos como computadores, câmeras fotográficas e outras ferramentas de trabalho têm um interesse especial em saber se existem seguros veiculares que cobrem o valor de objetos guardados no interior do veículo. 

No entanto, nenhuma operadora de seguros veiculares oferece esse tipo de cobertura. Temos, aqui, outra verdade. Por isso, é fundamental, principalmente se você depende desses objetos para trabalhar, que eles jamais fiquem guardados no carro, principalmente se ele for ficar parado na rua por um período prolongado.

Algumas seguradoras oferecem cobertura para acessórios do carro. Porém, para garantir a proteção de objetos pessoais, o ideal é procurar seguradoras que ofereçam seguros antifurto para celulares e computadores.

3. Modelos mais novos são mais visados em roubos

Nas redes sociais, é comum encontrar mensagens, muitas vezes direcionadas aos proprietários de modelos mais novos ou de um veículo em particular, para tomar cuidado com uma suposta alta no roubo desses modelos. 

Todavia, pesquisas e estudos mostram que, na verdade, os modelos populares, por terem um maior volume de circulação, ainda são o alvo preferido de ladrões. Isso acontece porque as peças e partes de modelos populares têm uma demanda maior de troca e substituição do que os modelos mais caros e importados. Temos, então, nosso primeiro mito derrubado.

4. Não existe seguro com cobertura para catástrofes naturais

Embora não seja a preocupação mais recorrente de quem procura saber quais tipos de cobertura são oferecidos, algumas pessoas que buscam informações sobre cobertura para catástrofes naturais têm dificuldade em entender exatamente o que é garantido. 

Alguns tipos de apólice oferecem, sim, cobertura para catástrofes como alagamento, vendaval, granizo e até mesmo terremoto e raios, então, temos, aqui, outro mito. Contudo, como em toda apólice, para evitar quaisquer imprevistos e surpresas no futuro, ao contratar o serviço, você deve garantir que essa cobertura esteja contemplada em contrato.

5. Rastreadores e bloqueadores reduzem o preço do seguro

Além do tradicional alarme, hoje é muito fácil instalar no veículo outros acessórios, como rastreadores, que mostram a localização do veículo em tempo real, e bloqueadores, que, em uma situação de roubo, impedem o carro de ser pilotado. Muitas oficinas já oferecem esses produtos, e você os encontra no mercado por preços variados.

Com isso, surge a dúvida: isso impacta o preço do seguro? A resposta é “sim”. Trata-se de mais uma verdade sobre os seguros veiculares. Por proporcionarem uma maior segurança e proteção, além de facilitarem a recuperação em caso de roubo, rastreadores e bloqueadores podem gerar um desconto de até 20% no valor cobrado pelo seguro veicular.

6. O seguro de carros antigos é mais caro

Normalmente, por já estarem fora de linha e não terem continuidade na fabricação de suas peças, o seguro de veículos antigos é, sim, mais caro. Portanto, essa é mais uma verdade sobre os seguros veiculares. Normalmente, a idade do veículo gera maior impacto no valor do seguro quando o modelo ultrapassa os 10 anos, o que já é suficiente para criar uma maior dificuldade de se encontrar peças de reposição.

Além disso, as estatísticas de furto, roubo e colisão de veículos apontam para uma maior ocorrência desses problemas em veículos mais antigos, o que leva as seguradoras a serem mais rígidas quanto à cobertura desse tipo de veículo.

7. O atraso de parcelas pode resultar em perda da cobertura

Outro fator que gera dúvida acerca das obrigações dos clientes é se a operadora pode cancelar o seguro caso o proprietário atrase o pagamento das parcelas. Normalmente, o que acontece é: constatada a inadimplência, o período correspondente de vigência da cobertura vai diminuindo proporcionalmente ao tempo de inadimplência. Temos, assim, mais uma verdade. Nesse caso, o correto é sempre ter as contas do seguro em dia. Assim, você evita esse tipo de transtorno e pode utilizar o seu carro com tranquilidade.

6 mitos e verdades sobre seguro de vida

Quando falamos de seguros, na grande maioria das vezes, pensamos em seguros para os nossos bens materiais, esquecendo-nos de que o bem mais precioso que temos é a nossa própria vida. Embora ainda sejam menos explorados pelos consumidores em geral, os seguros de vida ganham cada vez mais espaço no mercado, o que amplia as modalidades oferecidas e também as dúvidas sobre esse tipo de seguro.

Então, confira, a seguir, os principais mitos e verdades sobre o seguro de vida e tire suas dúvidas!

1. O seguro de vida só pode ser utilizado em caso de morte

O primeiro ponto que devemos esclarecer é que o seguro de vida não é algo para ser utilizado somente em caso de fatalidade, quando o segurado falece. Seguros de vida podem ser utilizados em diversas situações, como em acidentes e por doenças que causem invalidez ou impeçam o indivíduo de trabalhar. 

Temos, então, nosso primeiro mito sobre seguros de vida derrubado. O seguro de vida também cobrirá despesas médicas e por invalidez temporária ou permanente, seja por motivo de doença ou acidente. Esse tipo de seguro também costuma oferecer benefícios como assistência funeral, seguro contra desemprego e segunda opinião médica. 

2. Não vale a pena fazer seguro de vida para quem ainda é jovem

Fazer um seguro de vida é uma forma de proteger a família e garantir que ela possa continuar a usufruir do mesmo padrão de vida caso aconteça uma situação que não se possa prever. Além disso, normalmente, quanto mais jovem, menor o valor a ser cobrado pelo seguro de vida. 

Portanto, trata-se de outro mito sobre os seguros de vida. Na verdade, é melhor fazer o seguro de vida enquanto jovem do que quando a idade chega — e os problemas de saúde começam a aparecer.

3. É possível resgatar o valor pago no seguro de vida

Em alguns tipos de seguro, é possível pagar capital por “sobrevivência”. São os chamados seguros dotais, nos quais é permitido resgatar parte do valor contribuído, caso o cliente não tenha utilizado os benefícios do seguro. 

Essa informação é, portanto, verdade. Porém, ressaltamos que é preciso verificar, com o corretor responsável pelo seguro, as condições sob as quais será possível solicitar o resgate. A percentagem do valor resgatado pode variar muito de acordo com a forma de pagamento (mensal, anual ou único), o tempo de permanência e a idade do cliente segurado.

4. É possível contratar o seguro de vida mesmo próximo da morte

Seguindo a lógica das pessoas que pensam que não vale a pena contratar o seguro de vida quando jovem, existe uma falsa ideia de que é possível contratar o seguro de vida próximo da morte e, assim, utilizar os benefícios do plano. Temos, então, mais um mito. 

Como já mencionado, em qualquer processo de contratação de seguro, as corretoras realizam uma análise de risco para aceitar ou recusar a contemplação do cliente e para definir os valores a serem cobrados. Logo, caso uma pessoa com problemas graves de saúde procure fazer um seguro de vida próximo da morte, dificilmente a corretora aceitará. Além disso, a grande maioria dos seguros de vida tem prazo de carência de dois anos para liberação de benefícios por morte natural.

5. O seguro de vida pode ser usado como reserva de emergência

Em alguns casos, se o segurado fizer pagamento único para o seguro de vida, é possível resgatar o valor investido corrigido pela inflação. A informação é, portanto, verdade. Contudo, o seguro de vida é pouco utilizado para esse fim, sendo importante compreender que, embora o valor resgatado possa ser, inclusive, mais do que 100% do valor investido, não se trata de um investimento comum, como algumas fontes de informação levam a crer.

6. Seguro de vida é caro

Muitas pessoas encaram o seguro de vida como um luxo desnecessário, normalmente por acreditarem que o valor cobrado é alto para um benefício que não será usufruído em vida. Porém, a realidade é que existem muitos planos de seguro de vida muito baratos quando comparados com outros gastos não considerados triviais, como parcelas de um carro ou mensalidades de um curso.

O fato é que o seguro de vida deveria ser encarado exatamente pelo que é: uma forma de garantir que, no caso de uma fatalidade, seja por doença ou acidente, a proteção familiar oferecerá o amparo necessário para continuar a vida da forma mais tranquila possível. Então, podemos dizer que a ideia de que o seguro de vida é caro é um mito, especialmente se você considerar que a vida de quem amamos e o bem-estar da família são nossos bens mais importantes. 

4 mitos e verdades sobre seguro residencial

O seguro residencial é uma das modalidades de seguro menos conhecidas dos brasileiros. Ele oferece um tipo de segurança financeira especial para pessoas que querem evitar gastos elevados com possíveis prejuízos causados à sua residência.
Para explicar melhor os benefícios do seguro residencial, a seguir, vamos abordar os principais mitos e verdades e desmistificar essa modalidade que vem ganhando cada vez mais popularidade, principalmente entre jovens que conquistam o sonho da casa própria!

1. O seguro residencial é apenas uma proteção contra incêndio

A falta de conhecimento sobre essa modalidade de seguros leva muitas pessoas a acreditar que o seguro residencial é apenas uma garantia de proteção da residência contra incêndios. Isso, porém, é um grande mito sobre essa modalidade de seguros.

Na realidade, o seguro residencial oferece proteção e garantia para muitas outras situações que levariam a um grande gasto. Além da proteção contra incêndio, o seguro residencial também oferece proteção contra: 

  • queda de raio e explosão de qualquer natureza;
  • vendaval e granizo;
  • quebra de vidros e espelhos internos e externos, instalados de forma fixa;
  • desmoronamento, impacto de veículos e queda de aeronaves;
  • danos elétricos;
  • danos a terceiros;
  • conserto de eletrodomésticos;
  • assistência e serviços de encanação, eletricista, vidraceiro, manutenção de caixa-d’água, entre outros.

2. O valor gasto no seguro é perdido se não houver sinistro na residência segurada

Como, em geral, falta informação sobre a extensão de cobertura dos seguros residenciais, muitas pessoas acreditam que dificilmente utilizarão o serviço. Porém, como mostrado no tópico acima, na verdade, os seguros residenciais oferecem diferentes tipos de proteção, que, certamente, o segurado vai utilizar em algum momento.

Os serviços oferecidos em seguros residenciais vão desde a manutenção para a preservação do imóvel até serviços emergenciais, como chaveiro, eletricista e encanador. Portanto, na verdade, dificilmente o valor investido no seguro será perdido, pois, cedo ou tarde, você vai precisar contar com serviços de manutenção ou emergenciais. O seguro residencial ainda é uma forma de se precaver e estar preparado para essas situações. Assim, temos outro mito derrubado!

3. O seguro residencial tem custo muito elevado

Por estarem acostumadas a lidar majoritariamente com o seguro veicular, muitas pessoas são levadas a acreditar que o custo de um seguro residencial também é de, aproximadamente, 5% do valor da propriedade. Porém, o valor do seguro é de, em média, 0,1% do valor do imóvel. 

O valor investido em um seguro residencial é, muitas vezes, um gasto pequeno, quando comparado a outros gastos que normalmente temos com coisas muito mais triviais. É importante lembrar que a definição de preços em seguros residenciais não é baseada nos valores de compra e venda dos imóveis, mas em um valor estimado de quanto seria necessário para reconstruí-lo. 

Assim, na verdade, o custo de um seguro residencial pode sair muito mais em conta do que normalmente se imagina. Desse modo, a ideia de que ele é algo extremamente caro, um gasto que não compensa, é mais um mito sobre seguros. 

4. Somente seguradoras locais podem oferecer o seguro residencial

Por fim, o mito de que somente seguradoras locais podem oferecer o seguro residencial é mais uma das preocupações que levam as pessoas a colocarem em dúvida a necessidade de se ter esse tipo de seguro. 

Na verdade, a grande maioria das seguradoras oferece o serviço de seguro residencial em tempo integral em todos os estados do país. A única ressalva que se deve fazer é que é melhor contratar o serviço de uma seguradora que ofereça assistência 24 horas no mesmo município no qual se encontra o imóvel. Assim, no caso de uma emergência, você poderá contar com todo o suporte necessário em um prazo curto de tempo. 

5 mitos e verdades sobre seguro viagem

Os seguros de viagem são altamente recomendados para turistas, independentemente do destino para o qual se deseja viajar. E, embora exista um consenso sobre a necessidade de ter seguro para realizar viagens, ainda há muitas dúvidas que acabam gerando desinformação sobre o assunto.

Veja, a seguir, quais são os principais mitos e verdades sobre essa modalidade de seguros!

1. Seguro viagem é um luxo desnecessário

O principal mito sobre seguro viagem é a ideia de que se trata de um luxo desnecessário. Não importando o destino da viagem, ter o seguro é fundamental para evitar que um imprevisto se transforme em um transtorno que estrague a viagem. 

Isso, porque o seguro viagem não cobre apenas questões como despesas hospitalares e furto ou extravio de bagagem, mas também questões como despesas médicas e hospedagem, no caso de acidentes, doença ou problemas com o agendamento e reserva de hotéis. 

O seguro viagem é, portanto, fundamental e deve ser escolhido com cuidado, sendo uma forma de garantir que um problema, de qualquer natureza que seja, não se tornará um inconveniente a ponto de transformar um momento que deveria ser de lazer em uma dor de cabeça. 

2. Seguro viagem é desnecessário em viagens curtas

Como é de se esperar, trata-se de mais um mito. Como afirmado acima, independentemente do destino da viagem, o seguro é extremamente importante. Mesmo em viagens curtas, ainda estamos sujeitos a imprevistos, como doenças, furtos e problemas com hospedagem. 

Logo, é um mito a ideia de que o seguro é desnecessário em viagens curtas. Viajar sem um seguro significa correr um risco desnecessário. Levando em consideração que existem diversos tipos de seguro viagem, é sempre possível encontrar uma opção que atenda às suas necessidades.

3. Seguro viagem é muito caro

Considerando os benefícios oferecidos por um seguro viagem, o valor investido não é dispendioso quando pensamos nos transtornos que um imprevisto durante uma viagem pode causar. No fim das contas, viajar sem um seguro pode acabar saindo mais caro. 

Afinal, se você já está investindo um valor considerável para fazer a viagem, por que não gastar um pouco mais para garantir sua tranquilidade durante o passeio? Com as diferentes opções de seguro viagem, você certamente pode encontrar uma que seja compatível com seu orçamento. Temos, então, mais um mito desvendado!

4. É possível receber indenização no caso de acontecer um imprevisto grave

É verdade que, no caso de acontecer um grave acidente pessoal, que cause lesão física, problemas de saúde ou invalidez, o segurado tem direito a receber uma quantia significativa de indenização. Nesses casos, algumas corretoras de seguro de viagem oferecem até R$ 300.000,00. 

É claro que os valores da indenização e as condições para solicitá-la variam caso a caso; por isso, é essencial se informar previamente e compreender os direitos do segurado ao contratar o serviço.

5. Existem planos que oferecem benefícios caso o voo seja cancelado

Alguns tipos de seguro viagem oferecem benefícios ao segurado caso o seu voo seja cancelado. Esses benefícios normalmente incluem acomodação e alimentação até que o cliente seja realocado em outro voo. Temos, então, mais uma verdade sobre seguro viagem. 

Como você pôde acompanhar ao longo deste artigo, existe muita confusão e informações contraditórias sobre os seguros. Porém, o fato é que o serviço oferecido pelas corretoras, seja para um veículo, para uma viagem ou para a própria vida de uma pessoa, é fundamental para garantir tranquilidade e segurança para toda a família! 

Esperamos ter ajudado a elucidar algumas das principais dúvidas sobre o assunto ao tratar dos principais mitos e verdades sobre seguro! Para se manter informado sobre as principais vantagens das diferentes modalidades de seguro e entender quais são os benefícios, direitos e deveres das corretoras e dos segurados, assine a nossa newsletter e receba o melhor conteúdo sobre o assunto para tirar mais dúvidas e aproveitar as vantagens!

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