Organização financeira: como gerar estabilidade para receber um filho?

abril 2017

15 minutos de leitura

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Quando se quer estabilidade em um lar, a organização financeira e o convívio da família devem caminhar em sintonia. Na chegada de um bebê, não é diferente.

O nascimento de uma criança traz muitas mudanças para a rotina dos pais, com o surgimento de novas necessidades e responsabilidades. Para que o filho possa se desenvolver em plenitude, é recomendável que ele cresça em um ambiente seguro, saudável e aconchegante.

De mamadeiras a berço, e de fraldas descartáveis a medicamentos, os pais geralmente querem oferecer tudo o que for preciso, para que a criança tenha o melhor para o seu desenvolvimento.

Ter um filho é literalmente um “projeto de vida” e os pais devem se planejar para não haver desequilíbrio nas contas da casa e para poderem curtir a chegada do bebê sem preocupações. Por isso, confira várias dicas para conquistar a estabilidade financeira e se preparar para o nascimento de uma criança. Boa leitura!

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Tenha a organização financeira como foco

Nem sempre uma gravidez é programada. Ainda assim, quando isso é possível, as chances de a família manter o controle dos gastos são maiores. Se você e seu parceiro pretendem planejar a chegada de um bebê, é importante que comecem a ter organização financeira desde já.

Por onde começar?

Em primeiro lugar, os futuros pais devem fazer um diagnóstico profundo e sincero do atual estágio das finanças. Nessa tarefa, todas as fontes de receita e de despesa do casal devem ser listadas, para futuras análises e tomada de decisões importantes.

Durante o levantamento, a família deve ter um panorama quantitativo da atual situação financeira. Por exemplo, a renda média do casal tem que ser identificada, assim como o endividamento.

Como calcular o endividamento e o saldo livre?

Por exemplo, se a capacidade de pagamento de dívidas da família é de R$ 2.000,00 — já descontadas as despesas básicas como alimentação, energia, água, telefone etc. — e R$ 1.700,00 estão comprometidos com débitos parcelados, significa que somente R$ 300,00 podem ser destinados para novos tipos de gastos.

Com base nessa situação, se a família optar por adquirir um bem de R$ 3.000,00 em dez prestações sem juros, vai demorar dez meses para conseguir quitar essa compra. Isso significa também que, nos dez meses seguintes à aquisição, a família não poderá assumir mais nenhuma dívida.

Portanto, se o casal resolvesse ter um filho nesse período, possivelmente, teria dificuldades financeiras, por não ter capacidade de pagamento suficiente para os gastos normais com uma criança.

Diante de um cenário assim, é de extrema importância que o casal conheça de forma detalhada:

  • os valores de cada dívida (totais e parcelas);
  • os respectivos prazos;
  • a capacidade de pagamento não utilizada em cada mês.

Com esses dados, fica muito mais fácil planejar a chegada de um bebê.

Como melhorar a situação para esperar o bebê?

Ao quitar débitos, o casal consegue aumentar a quantia de dinheiro livre da renda habitual. Assim, cria as condições necessárias para poder sustentar a criança de forma digna. Caso contrário, o risco maior é de atrasar parcelas, pagar juros abusivos e, ainda assim, não conseguir proporcionar o padrão de vida desejado para o bebê.

Por isso, note que a organização financeira é um requisito indispensável para planejar uma gravidez com sucesso. Quando os pais se preparam para esse momento marcante, não se preocupam tanto durante a gestação nem encontram dificuldades para arcar com os gastos do nascimento e da criação do bebê.

Além dessa visão quantitativa — ou seja, que trata do volume de dinheiro livre —, a família também precisa ter uma noção do cenário qualitativo que está enfrentando.

Por exemplo, é importante saber quais são as perspectivas de crescimento para o país. Pode parecer exagero pensar nisso, porém, vivenciar uma crise econômica nem sempre é fácil, ainda mais com uma família para sustentar.

O desemprego pode afetar muito a convivência em um lar e, por isso, o casal deve ficar atento ao cenário econômico em que a criança virá ao mundo.

Estime os gastos fixos e variáveis da infância

Você talvez se pergunte: "como devo me organizar financeiramente e conseguir estabilidade para ter um filho?". A resposta para essa pergunta envolve uma série de atitudes.

Uma delas é a estimativa de gastos fixos e variáveis da infância, que vai desde a gravidez até a fase da pré-adolescência. Nesse período, os gastos são constantes e diversos, pois o filho é totalmente dependente dos pais.

Durante o levantamento da estimativa de gastos, liste despesas com:

  • pré-natal;
  • consultas médicas;
  • parto;
  • roupas;
  • medicamentos;
  • alimentos;
  • fraldas;
  • móveis para o quarto do bebê;
  • equipamentos para transporte da criança (cadeirinha, bebê conforto, carrinho etc.).
  • creche;
  • babá;
  • escola;
  • uniforme etc.

Percebe que os tipos de gastos variam conforme a idade da criança? Na estimativa de gastos, é importante que você faça uma previsão segura dos valores. Inicialmente, é melhor considerar que a família terá que arcar com todos os custos. Na prática, os gastos podem ser reduzidos com os presentes de um chá de bebê ou com a reutilização de roupas ou equipamentos de filhos de conhecidos.

Para não ter surpresas negativas — principalmente, quando a criança já tiver nascido —, é importante dividir os gastos em fixos e variáveis. Como o filho vai estar em fase de crescimento por um longo período, é normal haver um grande número de gastos variáveis.

Mesmo assim, se for a primeira gravidez do casal, pode ser muito útil conversar com pais experientes, para ter uma noção mais realista das despesas em cada fase da infância. Além disso, algumas ferramentas na internet podem auxiliar na mensuração dos custos, como as calculadoras de fraldas.

Embora os tipos de despesas com a criança possam variar no decorrer do tempo, o casal não pode perder de vista que o nascimento de um filho representa um “custo fixo” no longo prazo.

Falar assim pode parecer um tanto calculista, mas, no fundo, é algo importante para o próprio bem-estar do filho, afinal — quer queira, quer não —, o desenvolvimento da criança vai demandar uma quantia significativa por parte dos pais.

Com isso em mente, antes de ter um filho, o casal precisa ter plena consciência das responsabilidades que virão até que o descendente chegue à maioridade.

Adapte a rotina da família para a chegada do bebê

Ter uma rotina de casal sem filhos é bem diferente de ter um pequeno que depende complemente dos pais e é diretamente afetado por suas ações. Enquanto a vida se restringe ao casal, um happy hour, baladas ou viagens a dois são mais fáceis de inserir no orçamento.

Mas, quando se tem filhos, tudo gira em torno da estabilidade, pois os pais não querem deixar faltar nada aos pequenos. Assim, todo o orçamento tem que ser preparado para evitar falta de dinheiro para cuidados básicos e em possíveis emergências.

Portanto, veja a seguir como você pode se preparar para essa transição!

Corte gastos desnecessários

A mudança de hábitos pode ser difícil e desgastante. Para não ter que se preocupar com isso quando o bebê já estiver no colo, é bom começar a repensar a rotina antes mesmo do começo da gravidez.

Por isso, é importante fazer o planejamento financeiro do casal, cortar gastos supérfluos e direcionar esse dinheiro extra para um investimento. Pais sempre precisam ter dinheiro sobrando para eventualidades.

Então, considerem deixar de lado boa parte da diversão, das compras de roupas e acessórios etc. Também pense em rever o gasto com combustível, água, luz, pacotes de TV a cabo e internet. Ou seja, todas as contas fixas. Acredite: você também pode encontrar fontes de economia consideráveis ao repensar esses gastos.

Prepare o enxoval aos poucos

E que tal começar a preparar o enxoval utilizando esse dinheiro extra? As cores neutras podem ser utilizadas para compor o quarto. Sem a pressão dos nove meses passando, o casal pode prosseguir devagar pelas etapas de preparação, como:

  • reforma do quarto;
  • sua decoração;
  • os móveis para o bebê;
  • as roupinhas, toalhas e roupas de cama;
  • as fraldas, itens de higiene etc.

Assim, quando o bebê finalmente vier, não haverá grandes preocupações sobre o enxoval, pois tudo vai estar guardadinho, pronto para ser utilizado.

Busque alternativas de renda extra

Se o dinheiro anda curto e, mesmo cortando gastos supérfluos e revendo as contas, vocês não conseguem conquistar a estabilidade que precisam para a chegada de um filho, considere a possibilidade de procurar uma renda extra.

Aproveite os conhecimentos que já tem e encontre formas de ganhar dinheiro com eles. Por exemplo:

  • vendendo bordado, crochê e tricô;
  • dirigindo em aplicativos de transporte de passageiros;
  • fazendo serviços freelancer pela internet;
  • fazendo comida, doces ou serviços de confeitaria para venda.

Você também pode vender produtos de catálogo, mas calcule os riscos e evite a inadimplência vendendo de forma segura. Do contrário, sua ideia de renda extra pode se tornar um problema a mais para resolver.

Peça conselhos a pais experientes

Como dissemos, os pais de primeira viagem podem sempre buscar conselhos de quem já experimentou esse momento. Pergunte como foi a mudança de rotina, quais as principais fontes de gastos e como você pode se preparar para não passar dificuldades depois da chegada da criança.

Lembre-se de falar com diferentes casais, afinal de contas, as experiências podem ser bem diversas e dependem da situação específica de cada família. Absorva os melhores aprendizados de cada um deles e procure evitar os erros que compartilharem com você.

Priorize a contratação de um plano de saúde

O cuidado com a saúde é uma das preocupações mais fundamentais para um casal, principalmente, quando se pensa em gravidez e no crescimento da criança.

Na fase de gestação, a mãe terá que passar pelo pré-natal, garantindo uma formação saudável para o bebê. Além disso, o parto é um momento que requer uma atenção especial, seja ele natural, seja cesárea.

Se os pais não têm um plano de saúde oferecido pela empresa na qual trabalham, é importante que considerem contratar o serviço por iniciativa própria. Ainda assim, vale lembrar que também é preciso se organizar financeiramente antes de adquirir um plano de saúde para a gestante.

O plano de saúde pode ser contratado durante a gravidez?

Uma gestante também pode contratar um plano de saúde, mas, provavelmente, não terá acesso às coberturas mais importantes no momento.

É que as operadoras que oferecem esse tipo de serviço fazem algumas exigências para o acesso a toda a cobertura contratada. É provável que você já saiba disso. Sob esse ponto de vista, é muito mais interessante ter uma gravidez planejada, para conseguir todos os benefícios de um plano de saúde, cumprindo os prazos de carência antes da data do parto.

Por falar nisso, é importante ler o contrato com cuidado, avaliar as regras e conhecer todas as exigências e o período de carência para cada tipo de procedimento. Assim, não há o risco de surpresas desagradáveis, na hora em que o plano for mais necessário.

Quais são as vantagens em relação ao atendimento público?

Um serviço particular pode oferecer bem mais que o atendimento público, considerando a precariedade do Sistema Único de Saúde em vários lugares do país. Com um plano de saúde privado, a mãe pode, por exemplo, escolher o médico com quem fará o pré-natal e o parto. Assim, ela terá um acompanhamento mais eficiente ao longo de toda a gestação.

Além disso, algumas operadoras oferecem programas voltados exclusivamente para as gestantes, com palestras e visitas, para auxiliar a mãe nos cuidados com o bebê e em suas primeiras atividades, como o aleitamento materno.

Crie uma reserva de emergência

Dispor de uma reserva de emergência é praticamente uma questão de sobrevivência para uma família, ainda mais depois da chegada de um bebê. Crianças adoecem, se machucam, e os pais precisam prover atendimento médico de urgência e os medicamentos prescritos.

Para conseguir formar esse fundo, o casal tem que ter uma boa dose de organização financeira, incluindo estratégias de economia doméstica e mudança de hábitos. O ideal é que a reserva já esteja formada quando a criança nascer. Dessa forma, a construção do fundo de emergência precisa ser iniciada com antecedência.

Qual é o valor ideal para começar a reserva?

Uma dúvida comum de quem vai iniciar essa jornada é sobre o montante ideal para guardar. Na verdade, não existe uma resposta única para essa questão, já que o valor necessário depende do tamanho da família e do estilo de vida adotado. Ainda assim, é normal se fazer a reserva com base no salário dos membros que contribuem para o sustento da casa.

Por exemplo, há famílias que buscam guardar um valor correspondente a seis meses de salário, enquanto outras chegam a reservar dois anos de remuneração. Nesses casos, a intenção é se precaver de alguma eventual demissão do emprego ou crise econômica no país.

Como a pessoa pode demorar um semestre ou mais para conseguir uma nova vaga, conforme a situação do mercado de trabalho, a reserva servirá para arcar com as despesas desse período.

Além disso, mesmo que o casal permaneça empregado durante todo o período da gravidez, pode ser que a reserva de emergência venha a ser acionada para alguma eventualidade, como:

  • a necessidade de realização de algum exame;
  • a compra de um remédio;
  • o pagamento de um gasto variável acima do inicialmente previsto etc.

Logo, a reserva se torna um sinônimo de tranquilidade e de segurança para a família. Para formar esse fundo, o casal deve estabelecer uma meta de economia mensal, de preferência, de 10% ou mais da renda. Uma maneira de não gastar esse dinheiro à toa é separar esse dinheiro antes mesmo de fazer qualquer pagamento e, só depois, realizar o orçamento doméstico com o restante.

Se a família pretende formar a reserva de emergência de modo mais rápido, talvez tenha que aumentar a porcentagem de poupança sobre a renda mensal. Por falar nisso, é provável que a caderneta seja o destino principal da quantia do fundo, já que esse tipo de aplicação tem alta liquidez (facilidade para resgatar o dinheiro).

Outra parte da reserva pode ser alocada em títulos públicos do Tesouro Direto ou em uma aplicação bancária de fácil resgate, afinal, esse dinheiro deve estar sempre à disposição para um imprevisto.

Construa estabilidade investindo em bens duráveis

O nascimento de um filho representa um marco na história de um casal e, muitas vezes, coincide com o começo de um período de estabilidade no lar, em que os pais já conquistaram êxito no mercado de trabalho e querem formar uma família.

Como formar um patrimônio familiar sólido?

Para que o casal concretize esse desejo, é importante que comece a pensar na formação de patrimônio de longo prazo e no bem-estar dos filhos. Nesse sentido, é indispensável que pai e mãe invistam em bens duráveis, como imóvel e carros, para que consigam a autonomia necessária para criar os filhos com tranquilidade.

Quanto antes o casal iniciar a aquisição desses bens, mais rápido terá a infraestrutura adequada para poder criar os filhos com segurança.

Por exemplo, com a compra programada por meio de um consórcio, o casal pode adquirir bens duráveis enquanto ainda planeja a gravidez. Dessa maneira, quando a criança estiver para nascer, os pais já terão conquistado bens que permitam uma vida mais cômoda, sem o tradicional estresse para fechar as contas do mês.

Lembre-se de que, ao investir em bens duráveis — em detrimento de produtos supérfluos —, você contribuirá para a criação de patrimônio para a sua família.

Os bens duráveis ajudam a conquistar estabilidade?

Sim, as chances de alcançar a estabilidade financeira são maiores quando você foca o patrimônio. Por exemplo, se comprar um imóvel cedo, o casal evita pagar aluguel por muito tempo e, assim, fica com o dinheiro que seria destinado a um locador.

Por outro lado, quando se não tem moradia própria e vem uma gravidez, o aluguel se torna um peso nas finanças. Para evitar esse tipo de situação, a organização financeira é a chave para a conquista de bens duráveis e para o alcance da estabilidade.

Ao planejar os gastos e manter um controle efetivo do orçamento, o casal cria as condições para que haja sobra de recursos durante todos os meses e, assim, pode adquirir bens para o conforto da família.

Compre uma casa de qualidade para sua família

Quando o casal pensa em ter um filho, muitas vezes, é sinal de que quer fixar residência em determinado local e, então, construir a tão sonhada família. Como você deve saber, não é qualquer casa que pode receber uma criança. Quem já mora em um imóvel geralmente precisa fazer reforma no local para montar o quarto do bebê.

Em vez de gastar para fazer adaptações no imóvel, uma opção mais econômica para o casal pode ser a compra de uma casa de qualidade, que já esteja preparada para abrigar os filhos.

Se a família pretende se estabelecer em certa cidade, então, vale a pena investir na aquisição de um imóvel confortável, que possa ser utilizado por bastante tempo.

Como comprar uma casa sem sacrifícios financeiros?

Uma das melhores maneiras de realizar essa compra sem pesar tanto no orçamento é a realização de um consórcio de imóvel. Nesse caso, a família deixa de pagar os juros excessivos embutidos em um financiamento, que, em muitos casos, pode cobrar duas vezes ou mais o valor do bem adquirido.

Já no consórcio, por se tratar de uma modalidade de autofinanciamento — com pessoas que se juntam em grupo para proporcionar a compra programada do bem escolhido —, só há o pagamento da taxa de administração e de eventuais fundos de reserva. Ainda assim, o valor total pago pelo bem é bastante inferior à quantia desembolsada em um financiamento convencional.

Mais uma vantagem do consórcio é que, com o valor da carta de crédito, após a contemplação, o casal pode escolher o imóvel que se encaixa na quantia que planejou gastar. Assim, há certa liberdade para optar pela moradia que mais atenda às necessidades da família, como uma com dois ou três quartos, nesse ou naquele bairro.

Planeje a compra do carro ideal para o dia a dia

Um automóvel é praticamente algo indispensável para um casal que quer ter filhos. Durante a gravidez, a mulher precisa se deslocar para as consultas médicas, o que se torna mais fácil com um carro próprio.

Além do mais, há a necessidade do veículo para o tão aguardado momento do parto — que pode pegar a família de surpresa —, e para o transporte da mãe e do bebê nas ocasiões das vacinas, por exemplo.

Sem dúvida, os períodos de gestação e de pós-gravidez ficam mais difíceis quando não se tem um carro. Por isso, é muito importante que o casal se planeje para adquirir um veículo que sirva para toda a família, observando detalhes como:

  • espaço para levar bagagens;
  • sistema ISOFIX para encaixe do bebê conforto ou da cadeirinha;
  • trava de segurança e outros acessórios.

Qual é a alternativa mais inteligente para a compra do carro?

Se o casal ainda não dispõe de um carro, uma opção é adquirir o automóvel também por meio de um plano de consórcio. Nesse caso, o prazo de pagamento das parcelas pode ser adequado conforme o planejamento da gravidez.

A vantagem desse tipo de aquisição é que os futuros pais terão tempo para quitar o veículo antes do nascimento do bebê, sem terem que pagar um valor muito caro pelo automóvel, como ocorre frequentemente em um financiamento.

Mas se o casal tem um carro compacto, por exemplo, e quer trocá-lo por um modelo sedan, mais espaçoso, também é possível fazer a aquisição usando um plano de consórcio. 

Assim, a falta de um veículo maior não vai pesar na rotina do casal e, quando houver a chegada do bebê, os pais já vão estar contemplados no consórcio ou, caso contrário, podem vender o carro antigo e dar um lance para acelerar a conquista do automóvel novo. 

Invista em um consórcio para as conquistas familiares

Não é à toa que citamos o consórcio como uma forma de economia favorável à vida familiar. Principalmente quando tem filhos, o casal deve se empenhar na formação de um patrimônio que seja capaz de garantir um padrão de vida satisfatório para a família.

Mesmo se os dois não ganharem muito, ambos devem se preocupar em aproveitar ao máximo a renda recebida. Nesse sentido, o consórcio se torna uma excelente opção de formação de patrimônio de longo prazo, quando se observa o custo-benefício.

Ao se analisar o custo total de uma aquisição, seja de carro, seja de imóvel, na maioria absoluta dos casos, o consórcio leva vantagem sobre o financiamento. Assim, ao aderir a um plano de consórcio, o casal faz o dinheiro render mais, já que não terá que arcar com os altos juros de um bem financiado.

Dessa forma, a quantia investida no bem traz um retorno real para a família e não é utilizada somente para quitar dívidas de financiamento.

Além disso, o consórcio pode estimular um hábito de poupança regular na família. E depois de adquirir veículo e imóvel para a chegada do bebê, o casal pode aderir a um plano de consórcio de longo prazo para garantir um futuro melhor para os filhos, reservando dinheiro para eventos como:

  • celebração de 15 anos;

  • colação de grau e formatura;

  • entrada na faculdade;

  • viagens de férias;

  • compra do primeiro carro;

  • abertura do próprio negócio depois de formado etc.

Dessa maneira, os pais contribuem para que os filhos iniciem a juventude e a vida adulta com um suporte mais reforçado em termos financeiros.

Como você pode notar, o controle das finanças auxilia de forma significativa em uma boa gravidez e no crescimento tranquilo da criança.

Além de planejar a chegada do filho, o casal deve buscar a organização financeira, para que a formação da família possa ocorrer em um ambiente favorável. Caso contrário, as incertezas quanto ao futuro e as eventuais brigas por causa de dinheiro podem minar a paz no lar.

Por isso, os futuros pais precisam dedicar tempo e esforço para criar as condições necessárias para uma boa gestação. Quanto mais infraestrutura o casal dispuser, melhores as chances de o bebê se desenvolver em plenitude.

Isso não significa que a criança será um peso na vida do casal, muito pelo contrário. Com planejamento, controle das finanças e decisões inteligentes, os futuros pais podem ter estabilidade e preparar um caminho seguro e saudável para o crescimento do bebê.

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