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Saiba tudo sobre como organizar uma viagem para a Europa

Dezembro 2018

13 minutos de leitura

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Torre Eiffel, Coliseu de Roma, Big Ben, Portão de Brandemburgo, Torre de Pisa, Veneza… Não é à toa que a Europa é o destino dos sonhos de muita gente. A grandiosidade dos pontos turísticos e a proximidade entre os países fazem dessa região um lugar perfeito para passar os melhores momentos. Mas daí vem a dúvida: como organizar uma viagem para a Europa?

Um passeio desse porte exige muito planejamento — e com bastante antecedência. Além dos gastos financeiros, existe uma série de processos legais e burocráticos aos quais você precisa dar atenção para que tudo ocorra com tranquilidade.

Por isso, preparamos este post. Ele será um guia para que você saiba como organizar uma viagem para Europa e garantir sua diversão. Preparado para arrumar as malas? Então confira as nossas dicas!

1. Preparações para a viagem

Quando alguém pensa em viajar, o primeiro passo que vêm à mente é a compra das passagens. Mas a nossa dica é: não faça isso antes de realizar um bom planejamento.

Muitos se empolgam porque encontram um bom desconto de ida e volta para determinada cidade, mas não contam com todos os gastos necessários para continuar o roteiro a partir dali. Esse problema logístico é capaz de anular a economia do desconto inicial.

1.1. Defina o roteiro

O primeiro passo é decidir para onde você deseja ir. Afinal, "Europa" é um destino muito genérico. Pense em todas as cidades que gostaria de conhecer. Depois, reduza a lista para a metade, pois não será possível visitar todos os locais com qualidade.

1.1.1. Lembre-se de que menos é mais

Vá com calma, porque no mapa a Europa cabe na palma da mão. Tudo parece bem perto. Mas mesmo a quilometragem informada não leva em consideração a duração dos voos, o deslocamento para aeroportos, o tempo de arrumação da mala, o horário para chegar no hotel e realizar o check-in etc.

Saiba que, de uma cidade para outra, você vai perder ao menos a metade de um dia. Sendo assim, quanto mais trocas de cidades fizer, menos tempo terá para aproveitar a viagem.

É necessário levar em conta também o tempo que você precisa ficar na cidade para realmente aproveitar e conhecer a cultura local, a gastronomia e os pontos turísticos — mesmo aqueles que não são tão divulgados na mídia.

Então, anote aí entre 4 e 7 dias para conhecer bem uma grande cidade, como Londres, Paris, Madrid, Berlim ou Viena. Esse é o tempo necessário para sair daquele espírito de empolgação comum ao turista recém-chegado e realmente "sentir" a metrópole.

1.1.2. Defina as cidades de base

Uma outra dica sensacional é escolher cidades estratégicas para servir de base na sua viagem, evitando o excesso de troca de hotéis. É possível fazer passeios curtos de uma hora e conhecer lugares incríveis nas redondezas. Assim, você não perde tempo com procura de hotéis e check-in.

Você pode dividir seu roteiro em módulos. Por exemplo, 15 dias podem ser divididos em dois ou três módulos (que podem ser duas ou três grandes cidades).

1.1.3. Pense em paradas estratégicas

Ao mudar de uma base para outra — que são geralmente trajetos longos —, vale a pena aproveitar os "pit stops". Isso funciona tanto de carro quanto de trem. Que tal dar uma paradinha em Bruxelas quando for de Amsterdã para Paris? E conhecer Dresden quando sair de Berlim em direção a Praga?

A única ressalva aqui é a bagagem. Deixe-a em locais seguros ou em guarda-volumes na estação do "pit stop". Se estiver de carro, estacione-o em locais monitorados, sempre guardando as malas de modo discreto.

1.1.4. Determine o meio de locomoção dentro da Europa

Mesmo antes de comprar a passagem para a Europa, é importante definir quais serão seus meios de transporte entre as cidades. Você tem quatro opções: carro alugado, ônibus, trem ou avião.

Se for atravessar o continente para mudar de cidades de base, o ideal é ir de avião. Trajetos menores podem ser feitos de trem, um transporte europeu por excelência. Se a ideia é visitar grandes cidades, elimine carros da sua lista, pois sempre haverá estresse com trânsito e locais para estacionar. No entanto, eles podem ser uma boa alternativa para percorrer o interior, pois dão maior liberdade.

Outra opção são os ônibus, se você tiver tempo para aproveitar as viagens e quiser economizar na passagem. A Eurolines, por exemplo, é uma viação bem conhecida, que faz muitos trechos a preços acessíveis.

1.2. Contrate um seguro viagem

O seguro viagem, especialmente em um empreendimento internacional, é fundamental para proporcionar maior tranquilidade e dar suporte em imprevistos. Esse plano protege o usuário de certas eventualidades previstas na apólice — ou seja, situações que poderiam atrapalhar seu roteiro e estragar a realização do seu sonho.

Ao contratar um seguro viagem, o usuário garante um suporte adequado desde incidentes mais simples até os mais graves. É importante lembrar que alguns dos destinos internacionais exigem a contratação desse recurso, e sua inexistência pode fazer o turista dar meia volta ainda no aeroporto.

Essa exigência está prevista, por exemplo, no Tratado de Schengen, que define algumas regras sobre o turismo na Europa. Os países que fazem parte desse acordo são:

  • Alemanha;

  • Áustria;

  • Bélgica;

  • Dinamarca;

  • Eslováquia;

  • Eslovênia;

  • Espanha;

  • Estônia;

  • Finlândia;

  • França;

  • Grécia;

  • Hungria;

  • Islândia;

  • Itália;

  • Liechtenstein;

  • Letônia;

  • Lituânia;

  • Luxemburgo;

  • Malta;

  • Noruega;

  • Países Baixos;

  • Polônia;

  • Portugal;

  • República Tcheca;

  • Suécia;

  • Suíça.

Há alguns países em que até os visitantes podem ser beneficiados pelo sistema de saúde pública. É o caso do Reino Unido, com o National Health System (NHS). No entanto, é importante levar em conta que eles cobrem apenas emergências e outros casos específicos. Tratamentos prolongados e internações são financiados pelo próprio paciente, e podem ser bem caros — afinal, você vai estar pagando em euro.

Assim, quando se trata de segurança, saúde e bem-estar da sua família, o investimento vale a pena. Além disso, o seguro viagem não se restringe à assistência médica. Existem outros serviços muito úteis, tais como:

  • suporte caso você perca seus documentos;

  • pagamento de fiança;

  • regresso antecipado para casa em casos de urgência médica ou falecimento;

  • localização da bagagem.

Imagine precisar lidar com esses problemas estando longe de casa, da família, dos amigos e das leis do governo de origem. Principalmente para uma viagem internacional, isso é fundamental.

1.3. Tome as vacinas necessárias

Falando em saúde, existem alguns cuidados que você precisa tomar. Alguns países vão exigir o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP). Trata-se de um comprovante de vacinação contra várias doenças, como a febre amarela.

O documento é emitido pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e é preciso levar em conta que certas vacinas precisam ser tomadas com antecedência — para a febre amarela, por exemplo, são 10 dias antes de partir.

O viajante precisa se dirigir até um posto de vacinação do SUS ou outro serviço de vacinação credenciado e realizar um cadastro no Sispafra para dar seguir com o processo.

A lista de países que exigem o CIVP é divulgada pela Organização Mundial da Saúde. Também é importante verificar as normas específicas dos países para onde você vai.

1.4. Não se esqueça dos medicamentos

Caso você ou seus filhos usem remédios controlados e regulares, que precisam ser levados na viagem, é recomendado ter a receita traduzida. Ela vai indicar o princípio ativo, sendo muito útil caso haja uma fiscalização sanitária. Essas medicações devem ser levadas na bagagem de mão em suas embalagens originais.

1.5. Faça um levantamento dos custos

Ao procurar saber como organizar uma viagem para a Europa, geralmente a maior dúvida está relacionada aos custos totais, o que inclui passagens, hospedagem, alimentação etc. De fato, tudo isso deve ser muito bem planejado para gastar pouco. Você vai ficar surpreso como algumas decisões no período de preparação podem trazer grande economia.

1.5.1. Compare as moedas

Viajando para a Europa, os valores praticados provavelmente serão calculados em euro — moeda usada por 19 dos 28 países do continente. O ideal é que você já tenha certa quantia em mãos, para sair do Brasil com dinheiro no bolso. Nesse momento, vale a pena fazer cotações em diferentes casas de câmbio, pois os valores variam.

Assim, quanto maior a quantia que deseja converter, maior deve ser seu empenho em encontrar a taxa de câmbio mais vantajosa.

Se você levar dinheiro vivo, vai reduzir bastante as taxas de IOF — mas é claro que precisa levar a moeda certa para o país que vai visitar. A desvantagem é a questão da segurança. Um travel money (cartão pré-pago) é mais seguro, mas há a incidência de IOF.

Por outro lado, você pode usar o cartão de crédito internacional, que também é seguro e prático. Mas, além do IOF, pode ocorrer variação do câmbio. A taxa praticada geralmente é o valor do real na data do pagamento da fatura.

Como orientações gerais, podemos dizer que:

  • se o país tem uma moeda forte, como dólar nos EUA, libra no Reino Unido e euro na zona do euro, leve a moeda do país;

  • se a moeda for fraca, use o cartão ou leve dólar/euro para fazer o câmbio por lá.

Assim, para viajar para a Europa, vale levar euro sempre. Se preferir cartão, faça-o na moeda corrente do país. De qualquer forma, sempre leve seu cartão internacional desbloqueado, pois será importante em casos de emergência.

1.5.2. Compre a passagem

Depois do roteiro definido, você saberá em qual cidade vai chegar e de qual vai partir de volta para casa. Não fique preocupado com conexões ou companhias aéreas.

Em primeiro lugar, é bom lembrar que os custos podem variar de acordo com a época. Em baixa temporada, os custos de passagens aéreas podem sair entre R$ 2 mil e R$ 2,5 mil, em média.

Após definir quais serão seus pontos de chegada e partida da Europa, é preciso calcular os valores dos trechos aéreos que você fará dentro do continente, ou seja, entre uma cidade de base e outra. Também é possível incluir na sua compra inicial múltiplos destinos, ou várias cidades, com agentes de viagens ou em sites das companhias aéreas.

Para a compra das passagens, há uma regra simples: quanto mais cedo você adquiri-las, maior a probabilidade de conseguir os melhores preços.

1.5.3. Pesquise hospedagem

Cerca de três meses antes da hospedagem, é necessário fazer as reservas. Assim, você terá boas chances de conseguir descontos. Esses preços mais acessíveis geralmente exigem o pagamento antecipado e à vista. Por isso, confira as condições de cancelamento.

Você pode consultar sites especializados e plataformas de hospedagens para encontrar esses estabelecimentos e entrar em contato com eles. Alguns exemplos são:

O Airbnb é um serviço de aluguel de casas e apartamentos cadastrados na plataforma, e costuma sair bem mais barato do que um hotel. Se você vai junto com a família ou um grupo maior, vale a pena.

2. Documentação necessária para viagem internacional

2.1. Passaporte

O passaporte é emitido pela Polícia Federal aqui no país e pelas embaixadas brasileiras no exterior. Ele tem a duração de 10 anos e, para tirá-lo, é necessário ser alistado como eleitor, se obrigatório em seu caso, e ter voto registrado na última eleição (ou ter regularizado a situação caso não tenha comparecido às urnas).

A partir de 2018, com o programa “Brasil Eficiente”, a emissão ficou mais simples e rápida, sendo necessário apresentar menos documentos para tirar o passaporte: apenas RG e CPF. As demais informações serão extraídas do próprio banco de dados da Polícia Federal. Enquanto o sistema ainda não entra em vigor, documentos adicionais ainda precisarão ser apresentados.

Para dar início ao processo de solicitação do passaporte, é preciso preencher um cadastro no site da Polícia Federal e pagar a GRU (Guia de Recolhimento da União). Logo após, o solicitante pode escolher o local de atendimento para retirar o documento.

2.2. Visto

A necessidade do visto antecipado vai depender dos lugares para onde deseja ir. Para uma viagem de curta duração (até 3 meses) para os países de livre circulação da Europa, não é preciso tirar visto antecipadamente. Assim, você fica livre para visitar os países que fazem parte do Espaço Schengen, sem precisar apresentar passaportes ou carteira de identidade.

Quanto aos demais países da Europa, é necessário conferir suas regras específicas de emissão de visto. Por exemplo, no Reino Unido, você consegue o visto assim que chega ao país, não sendo necessário retirá-lo com antecedência.

A partir de 2021, visitante não europeus vão precisar de autorização para entrar na região. O processo chamado ETIAS (European Travel Information and Authorisation System ou Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagens) é feito todo pela internet.

Gratuito para menores de 18 anos e maiores de 70, o visto eletrônico custará cerca de 7 euros para os demais turistas e terá a validade de três anos. Esse novo sistema abrange 59 países, incluindo Brasil, Chile e Austrália, por exemplo.

Por enquanto, como a isenção do visto é dada para quem é turista, pode ser necessário apresentar uma garantia de que a viagem tem esse objetivo. Entre os comprovantes, você pode usar a reserva do hotel.

Se for ficar hospedado na casa de algum parente ou amigo, ele pode escrever uma carta-convite, que vai servir como comprovante de hospedagem. Nesse caso, o anfitrião precisa ter visto de direito a residência permanente, redigir o documento no idioma local e registrá-lo em um órgão oficial.

A imigração também pode requerer comprovações das suas condições financeiras para saber se você tem meios de se manter durante o tempo da viagem. Como comprovantes, podem ser usados:

  • extratos de cartão de crédito;

  • saldos disponíveis em conta-corrente,

  • dinheiro em espécie;

  • saldos em cartões pré-pagos (travel money, por exemplo).

Por fim, para não ser confundido com alguém que quer se tornar um imigrante ilegal, tenha em mãos seu bilhete de retorno, mesmo que depois mude seus planos e deseje adiar o retorno. Não precisa ser necessariamente uma passagem de volta para casa, mas sim de saída da área do Tratado de Schengen.

2.3. Documentação de permissão para crianças

Assim como no caso dos adultos, crianças e adolescentes também precisam estar com o passaporte dentro da validade. É necessário que estejam com os pais ou com responsáveis legais. Caso esteja presente apenas um dos pais ou responsáveis, será necessário levar uma autorização do outro por escrito.

Caso o menor esteja sem os pais, mas com parentes ou outros acompanhantes adultos, é necessário apresentar uma autorização com assinatura de ambos os pais. Devem ser duas vias oficiais, e não cópias.

Mais informações sobre viagem com menores para o exterior podem ser obtidas no Conselho Nacional de Justiça.

2.4. Checklist de documentos

Para orientar você nos documentos necessários, aqui vai uma checklist do que é exigido:

  • passaporte válido;

  • visto;

  • comprovante de hospedagem;

  • carta-convite;

  • comprovante de condições financeiras;

  • passagem de saída;

  • documentos de permissão da criança;

  • Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP).

3. Clima

3.1. Cheque a previsão do tempo

Fortes chuvas, neve ou frio intenso, ondas de calor e até enchentes. Viajar nessas condições adversas não é nada divertido. Aliás, dependendo da situação, pode ser que você nem consiga sair do hotel, e seu passeio vai por água abaixo.

É claro que não tem como prever o clima com meses de antecedência. As previsões passam a ser mais confiáveis entre 5 e 10 dias antes. Por isso, o ideal é consultar a média histórica mensal. Uma dica é usar o Weather Channel. Na opção “Almanaque”, você consegue conferir como ficou o clima no último ano em determinada cidade e mês.

Em geral, para você não pegar um frio muito forte, é melhor viajar entre junho e setembro. É inverno aqui no Brasil, mas verão no hemisfério norte. Evite agosto, porque é época de férias escolares e algumas cidades costumam esvaziar bastante — há estabelecimentos que até fecham.

3.2. Saiba o que vestir

Se você viajar para a Europa no inverno, não subestime o frio. Prepare-se com calçados e roupas adequados:

  • cachecol de lã;

  • gorro para aquecer a cabeça;

  • luvas;

  • camisas e calças “segunda pele”;

  • meias térmicas;

  • capas de chuva e guarda-chuva;

  • sapatos confortáveis, de preferência aqueles que retêm calor.

Se for no verão, leve:

  • casaco leves (pois sempre há a chance de enfrentar uma frente fria repentina);

  • filtro solar;

  • sombrinha;

  • chapéu ou boné;

  • capas de chuva e guarda-chuva;

  • roupas frescas.

4. Participação dos filhos na criação do roteiro

Se o passeio é em família, todos devem participar da montagem do roteiro, o que também inclui as crianças. Faça uma reunião para escolher os locais que vão agradar a todos, afinal, nem todo ponto turístico vai oferecer atividades atraentes para várias faixas etárias. Viajar com filhos para locais onde eles não possam brincar, correr, nadar ou escalar pode ser bem difícil.

A vantagem das grandes metrópoles, como Paris, é a infinidade de alternativas para entretenimento de pessoas de todas as idades. Assim, fica mais fácil criar um roteiro que agrade a todos.

Por exemplo, museus com exposições interativas, parques, praias e piscinas são boas opções. Por outro lado, visitar locais pequenos, onde não se pode encostar em nada e é necessário ficar em silêncio, pode ser estressante para as crianças e, consequentemente, para você.

5. Choque cultural

Saber como organizar uma viagem para a Europa envolve também se preparar para o choque cultural. O primeiro e mais evidente é o idioma. Quando se trata de Europa, temos uma grande variedade de línguas, mesmo sendo países bem próximos e pequenos: italiano, inglês, espanhol, inglês, francês, o próprio português, entre outros.

Mas não é necessário saber todas essas línguas. Como é uma região com intenso apelo turístico, o inglês é muito conhecido. Então, sabendo o básico, você vai conseguir se virar.

No entanto, é bom aprender algumas palavrinhas básicas do idioma local para amenizar o impacto cultural. Por exemplo, os franceses costumam estranhar um pouco se você já chegar falando inglês. Então, aprender um “salut” ("olá"), “bonjour” ("bom dia" ou "boa tarde") ou “ça va?” ("tudo bem?") pode causar uma boa impressão.

Viajar para Europa é uma experiência incrível que marca a vida de uma família. Se você vai ter lembranças felizes ou frustrações, vai depender do planejamento. É preciso se organizar com bastante antecedência para dar atenção a todos os aspectos financeiros, burocráticos e legais.

Agora que ficou claro como organizar uma viagem para a Europa, é só arrumar as malas para a aventura. Mas, antes, compartilhe essas dicas nas suas redes sociais! Quem sabe não reúne um grupo de amigos para acompanhar você e sua família?


 

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