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    De acordo com a Pirâmide de Maslow, a segurança está no segundo nível de necessidades essenciais para que uma pessoa tenha uma vida equilibrada e realizada. Ou seja, enquanto não tivermos garantias de que nossa vida e nosso patrimônio estão seguros, não ficaremos tranquilos.

    No entanto, há um período de carência que deve ser considerado antes de ficarmos completamente despreocupados. Se você já cotou ou já contratou seguro alguma vez na sua vida, já deve ter ouvido esse termo.

    Para quem não está atualizado com o assunto, o período de carência é um intervalo de tempo que divide o início do seguro e a data de confirmação das coberturas e garantias contratadas.

    Esse fator é decisivo para definir quais serviços o segurado pode utilizar em seu seguro ou plano de saúde, pois algumas especialidades dependem de certo tempo para serem liberadas para os novos usuários. Quer ficar por dentro do assunto? Continue a leitura!

    Por que o período de carência existe?

    O período de carência é importante para as seguradoras em razão da necessidade de se realizar uma reserva para garantir os atendimentos dos segurados. Muitas operadoras afirmam que não é possível proporcionar assistência total de imediato desde a assinatura do contrato.

    Além disso, a carência evita que o usuário contrate um seguro ou plano de saúde apenas para utilizar os benefícios de que precisa naquele momento e, em seguida, cancelar o serviço.

    Como o período de carência afeta a vida do segurado?

    O prazo de carência impede o segurado de realizar alguns atendimentos durante um certo período de tempo — no caso de doenças já manifestadas, a carência pode levar anos. Então, ao contratar um seguro saúde, você precisa estar ciente de que não terá acesso total às funcionalidades imediatamente.

    Caso você precise de algum atendimento antes de completar o período de carência, a seguradora pode cobrar pelo serviço. Os prazos variam entre as diversas empresas que operam na área de saúde, mas todas seguem pré-requisitos estabelecidos por lei. Em casos de urgência e emergência, o atendimento deve ser imediato.

    Algumas seguradoras podem cobrir parcialmente alguns procedimentos requisitados, enquanto o segurado fica responsável pela maior parte dos gastos. No entanto, a maioria dos serviços de consultas, exames, cirurgias e internações costumam valer a partir de seis meses.

    Como a portabilidade pode auxiliar o segurado em seu período de carência?

    A portabilidade é a possibilidade que o segurado tem de contratar um plano ou seguro saúde dentro da mesma seguradora ou com uma operadora diferente, sem ter que cumprir novo período de carência.

    Isso é regulamentado pela Agência Nacional de Saúde (ANS) e possível para planos individuais, familiares e coletivos contratados a partir de janeiro de 1999. No entanto, apenas pode fazer portabilidade o usuário que possuir o plano por, no mínimo, dois anos.

    Além disso, o segurado não pode migrar para qualquer outro tipo de seguro, pois a ANS estabelece que só é possível transferir a carência para planos equivalentes ou inferiores ao convênio atual. Essa equivalência envolve os tipos de cobertura e a faixa de preço.

    Porém, uma notícia boa para os usuários pode chegar em breve: a ANS deve publicar uma resolução normativa que visa diminuir as restrições para que os segurados troquem de plano e realizem portabilidade do período de carência já cumprido.

    Com isso, a agência pretende aumentar a competitividade no setor, resultando em preços mais baixos e qualidade superior para a prestação de serviços.

    E então, gostou do post? Agora que você já sabe o que é o período de carência, descubra também como escolher o consórcio certo para realizar o sonho da sua vida!