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Planejamento financeiro familiar: o guia completo para realizar sonhos!

Dezembro 2018

15 minutos de leitura

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Água, energia, telefone, internet, vestuário, escola dos filhos, transporte… A lista de despesas do dia a dia parece não ter fim, não é verdade? Tanto que, muitas e muitas vezes, ficamos com a impressão de que a renda não será suficiente para cobrir todas as contas mensais. Pois sabia que seu erro pode estar na falta de um planejamento financeiro familiar organizado?

Embora manter os gastos sob controle não seja uma tarefa fácil (principalmente para famílias com filhos), existem algumas dicas práticas que podem sim ser de grande ajuda. Pode acreditar: ao colocá-las em uso, você será capaz de enxergar suas finanças com outros olhos! Sem contar que poderá alcançar os sonhos que tanto deseja, como trocar de carroconquistar a casa própria ou viajar com as crianças!

Foi pensando nisso que resolvemos preparar este guia com as melhores práticas para você começar agora mesmo! Antes, explicaremos o que é um planejamento familiar e como avaliar suas finanças. Acompanhe!

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O que é um planejamento financeiro familiar?

O planejamento financeiro familiar envolve diversas etapas relacionadas à forma como você e sua família usam o dinheiro no dia a dia. Entre as principais práticas, podemos listar as seguintes:

  • mapeamento, registro e acompanhamento das receitas e dos gastos da casa;
  • criação de uma reserva de emergência;
  • definição de metas financeiras de médio e longo prazos;
  • investimentos no mercado financeiro;
  • providências para a proteção familiar.

Colocadas em prática, essas ações ajudarão toda a família a alcançar seus sonhos e cumprir suas obrigações sem maiores apertos. E essa tranquilidade financeira melhora até o relacionamento dos casais, além de contribuir para a criação de filhos mais responsáveis na forma como lidam com seus recursos.

Basicamente, gerenciar receitas e despesas sem um planejamento financeiro familiar é como dirigir um carro sem painel de controle ou retrovisores: você desconhece a velocidade, a condição do motor e a quantidade de combustível, fica sem alertas importantes, como luz de temperatura, óleo, portas abertas ou cinto de segurança, sem contar que tem uma visão bem restrita para acertar nas manobras.

Da mesma maneira, não planejar e registrar as finanças o impede de tomar boas decisões em relação ao dinheiro da família. E você certamente não quer jogar dinheiro fora, não é mesmo? Então conheça já alguns dos maiores benefícios do planejamento financeiro familiar!

 

Por que planejar as finanças da família?

Contribui para a segurança

Pais e filhos têm necessidades básicas que precisam ser atendidas. Estamos falando de moradia, alimentação, saúde e educação, por exemplo. Feliz ou infelizmente, os recursos financeiros são fundamentais para prover tudo isso. Quando a família tem essa garantia, portanto, gera-se um clima de segurança e contentamento.

Quando um bom planejamento é feito, mesmo se surgem imprevistos (e eles sempre surgem), a família pode contar com recursos financeiros suficientes para cobrir suas obrigações sem impactar o orçamento de forma significativa. Não é um alívio e tanto?

Dá poder de análise e monitoramento

Quando as operações financeiras que a família faz ao longo do mês não são devidamente registradas, fica simplesmente impossível saber para onde estão indo seus recursos. O pior é que essa situação pode se tornar crítica, difícil de contornar. Ao prover as ferramentas necessárias para se fazer o acompanhamento dos gastos, o planejamento financeiro familiar resolve esse problema.

Além disso, os registros ainda servem de base para a tomada de decisões estratégicas sobre como criar um orçamento, fazer o dinheiro sobrar e até render mais! Assim, fica fácil fazer mudanças para que todos os membros da família usem os recursos de forma mais inteligente.

Ajuda a realizar metas

Definir metas financeiras é mais que simplesmente conseguir pagar as contas básicas do lar. A princípio, a família pode definir como objetivo a quitação das dívidas, por exemplo. A partir daí, cria objetivos a médio e longo prazos tendo esse resultado como meta final. Sair do aluguel, guardar dinheiro para comprar um bem desejado e pagar cursos para os filhos: esses podem ser alguns dos passos intermediários.

E não importa o tamanho do sonho, viu? Sendo grande ou pequeno, de toda forma é essencial ter boa organização. O planejamento financeiro familiar evita dívidas, inadimplência e apertos em geral. O planejamento financeiro para recém-casados, por exemplo, contribui para que o casal inicie uma família sem muitas dores de cabeça. E o melhor: com as contas no azul!

Cria uma nova cultura em relação ao dinheiro

Segundo a pesquisa Inadimplentes no Brasil 2017, conduzida pelo SPC, 60 milhões de pessoas já estavam endividadas no início do primeiro semestre do ano! O relatório acrescenta que a maior parte das dívidas está relacionada ao crédito. Em relação a parcelas de cartões de lojas, por exemplo, apenas 16% estavam com os pagamentos em dia.

Tudo isso revela um comportamento ainda bastante imaturo em relação à maneira como o consumidor brasileiro usa o crédito. E isso está intimamente ligado à cultura financeira no país.

Por outro lado, quando a família começa a fazer um planejamento financeiro, é normal que comece a se criar uma consciência em relação aos gastos. Afinal, com o montante usado para cobrir despesas desnecessárias ficando mais evidente, as pessoas se conscientizam sobre o que podem e o que não podem gastar.

Na mesma pesquisa do SPC, o motivo mais apontado pelos entrevistados para a inadimplência foi a perda de emprego, correspondendo a 25% das respostas, enquanto apenas 11% revelaram que a causa foi a falta de um controle financeiro. 14% culparam a redução de renda.

A verdade, porém, é que quando a família planeja suas finanças, ela consegue lidar melhor com imprevistos, seja a diminuição da receita ou mesmo uma possível demissão. E quanto a você e à sua família, como andam as suas despesas? Saiba agora como fazer um diagnóstico financeiro completo!

Como vão as finanças da sua família hoje em dia?

O primeiro passo para iniciar seu planejamento financeiro familiar com o pé direito é fazer um levantamento de como estão as finanças, avaliando seu grau de maturidade nesse âmbito. Em outras palavras: você precisa comparar os ganhos ou receitas e as despesas ou gastos da família. Vamos começar então?

Fazendo o levantamento das contas

Para fazer esse levantamento, você pode usar um caderninho de anotações mesmo. O primeiro passo é anotar absolutamente todas as suas receitas, como:

  • salários;
  • benefícios oferecidos pela empresa, como vale-alimentação, vale-transporte e outras bonificações;
  • auxílios do governo, como bolsas;
  • pensão;
  • aposentadoria;
  • rendimentos;
  • prestação de serviços.

Somando esses valores, você terá o total da sua renda mensal. A partir daí, é hora de encarar suas despesas. Nesse caso, você fará 2 listas: despesas fixas e despesas variáveis. As fixas são aquelas pagas todos os meses que, com pequenas variações, apresentam valores iguais, como:

Já as despesas variáveis mudam de valor a cada mês, dependendo do consumo, como é o caso de:

  • contas de água, energia elétrica e telefone;
  • despesas de mercado;
  • gastos com transporte, como táxi, ônibus, metrô e combustível.

Embora esses valores sejam variáveis, é sim possível fazer uma estimativa com base nos gastos dos meses anteriores. Lembrando que, além deles, também surgirão despesas ocasionais, como para o conserto de equipamentos, a compra de uma roupinha ou outra, consultas médicas, remédios e impostos. Tudo isso também deve entrar na conta!

Mas não se preocupe, porque falaremos mais sobre como organizar as contas mais para frente. Antes, analisaremos como descobrir como anda sua saúde financeira!

Realizando um diagnóstico das finanças

Para descobrir se seus ganhos estão sendo suficientes para cobrir as despesas, basta fazer um cálculo simples, diminuindo os gastos dos ganhos. E aí, ficou no vermelho ou um pouco apertado? Então é hora de fazer algumas mudanças. Mas pode ficar tranquilo porque estamos aqui para ajudar. Continue de olho!

Como organizar as contas da casa?

Como vimos, o primeiro passo para organizar as contas da casa é entender suas receitas e despesas. No diagnóstico, porém, talvez você identifique dívidas que ainda não conseguiu liquidar. Nesse caso, o foco se volta para a resolução dessa inadimplência!

A questão das dívidas

É fato: toda e qualquer dívida é sempre uma dor de cabeça. A boa notícia é que algumas dicas podem ajudá-lo a sair desse abismo financeiro. Veja só!

Faça um levantamento completo

O primeiro passo é conhecer todas as suas dívidas. Coloque no papel os valores, o nome dos credores, os prazos e a natureza das dívidas. Outra informação imprescindível que você precisa ter em mãos diz respeito aos juros cobrados — dado fundamental para a dica que daremos mais adiante.

Compartilhe com a família

Como estamos tratando do planejamento financeiro familiar, é indispensável que toda a família esteja a par da situação econômica da casa. Isso inclui filhos, cônjuge e quem mais morar ali. Todos precisam dar sua contribuição para reduzir os gastos e, assim, permitir a cobertura das dívidas. Estando cientes da inadimplência, todos reconhecerão a necessidade de fazer sua parte.

Priorize certas dívidas

Se estivermos falando de mais de uma dívida, você terá que priorizar aquelas mais importantes — geralmente relacionadas às necessidades básicas da família, como moradia, água, energia, gás e saúde. Dê preferência a contas com juros maiores para evitar o temido efeito bola de neve. Entre essas estão o rotativo de crédito e o cheque especial. Mas não se apresse em pagar essas dívidas sem antes seguir a próxima dica!

Tente uma negociação

Entre em contato com seus credores para renegociar as dívidas. Pense bem: assim como você quer ver seu nome limpo, as empresas também desejam recuperar seus ativos. É isso mesmo: elas também estão interessadas em vê-lo saindo da inadimplência. Para tanto, normalmente até aceitam receber menos, o que se reflete em vantagem para você, que vai pagar menos para liquidar problemas.

Só um ponto de atenção aqui: antes de entrar em contato com os credores, prepare seus argumentos e defina quanto exatamente você pode pagar. Essa análise prévia é importante para você não correr o risco de combinar prazos e valores impraticáveis dentro do seu orçamento.

Cubra uma dívida com outra

Essa dica soou estranha? Mas é isso mesmo, só que com ressalvas. Como você sabe, algumas dívidas têm taxas de juros mais pesadas que outras. Pode ser interessante pegar um empréstimo com juros menores para cobrir dívidas do rotativo, por exemplo. A ideia aqui é substituir uma dívida pesada por outra mais leve e não contrair novas dívidas, ok?

Freie o consumo

Não tem jeito: para alcançar o objetivo de quitar suas dívidas, é importante gastar menos. Então trate de cortar gastos desnecessários ou de fazer substituições inteligentes, trocando o caro pelo barato ou, de preferência, pelo gratuito! Que tal fazer caminhadas ou mesmo treinos funcionais em casa em vez de pagar uma academia? Em algumas cidades, é possível aproveitar aparelhos instalados em praças públicas, por exemplo.

Outras economias interessantes incluem:

  • diminuir o pacote ou mesmo cortar a assinatura de TV a cabo;
  • substituir a assinatura de serviços de streaming por opções gratuitas;
  • deixar de comer fora desnecessariamente;
  • pegar caronas ou rachar o combustível com amigos e colegas de trabalho;
  • evitar falar muito no celular, dando preferência a serviços gratuitos, como ligações via WhatsApp.

Depois de se livrar das dívidas, você até pode voltar a ter alguns desses luxos, mas talvez perceba que consegue viver tranquilamente sem eles! É uma mudança e tanto de rotina e de hábitos, mas que definitivamente vale a pena.

Crie metas

O recomendado é destinar cerca de 15% da sua renda para cobrir dívidas. Esse limite é razoável para você não se apertar demais nem negligenciar outras necessidades da família. Ao mesmo tempo, você pode criar metas de economia para outras despesas.

O ideal é que seus gastos básicos, com moradia, alimentação, transporte e saúde, não ultrapassem 50% da sua receita. Com os 15% destinados ao pagamento de dívidas, ainda sobram 35%, certo? Pois você pode usá-los para gastos não essenciais, como entretenimento e roupas.

Compre à vista

Comprar à vista é um hábito importante se você deseja sair das dívidas — e não entrar novamente nelas, é claro. Isso porque além de facilitar o controle de gastos no dia a dia, você também pode conseguir bons descontos! Tudo bem que não serão todas as lojas que estarão dispostas a reduzir seus preços por isso, mas com certeza vale barganhar e pesquisar para pagar menos.

Essas dicas já podem ser suficientes para você se organizar e quitar suas dívidas. No entanto, independentemente de estar endividado ou não, fazer um orçamento é fundamental. Descubra uma forma bem prática de montá-lo!

A criação do orçamento

A melhor forma de fazer um orçamento é por meio da definição de categorias ou grupos de despesas. Assim, você pode definir quanto planeja gastar em cada caso. Confira uma lista de possíveis agrupamentos para você usar, começando pelos gastos essenciais:

  • moradia: aluguel, prestação da casa, condomínio;
  • mercado: alimentação, feira, açougue, padaria, materiais de limpeza e higiene;
  • saúde: remédios, consultas, planos de saúde;
  • contas da casa: luz, água, gás;
  • educação: mensalidade, material escolar;
  • transporte: ônibus, táxi, metrô, combustível, van escolar.

Depois, você pode criar outras categorias para gastos que não são essenciais, como:

  • entretenimento: cinema, teatro, passeios;
  • viagens: férias;
  • alimentação: barzinhos, pizzarias, restaurantes, merenda escolar.

Você também pode criar outras divisões de acordo com suas necessidades, mas o ideal é não gerenciar muitas, porque assim vai ficando difícil analisar seu comportamento de consumo. De toda forma, com base em seus gastos anteriores, estabeleça um limite para cada grupo de despesas.

O controle dos registros

Definido o orçamento, agora é hora de registrar tudo e manter o controle. Esse é um aspecto básico, imprescindível até para o planejamento financeiro para iniciantes. Realmente, é necessário anotar cada despesa feita no seu dia a dia. E esse desafio é maior quando o planejamento financeiro é familiar, o que dificulta o monitoramento dos gastos de cada um.

Por isso, a primeira dica aqui é unificar as rendas em uma única conta, passando a usar essa conta para fazer compras e pagamentos. Assim, tudo ficará registrado no extrato, bastando passar os dados para suas anotações pessoais, seja em um aplicativo ou em uma planilha financeira.

Em relação aos filhos, você pode definir uma mesada fixa por mês, ajudando-os a usar esse dinheiro com consciência. Aproveite para orientá-los a fazer suas próprias anotações, o que é uma ótima forma de educá-los financeiramente. E o mesmo pode ser aplicado ao cônjuge!

Basicamente, cada um tem um valor livre para gastar com as pequenas despesas do dia a dia. Ao mesmo tempo que isso dá certa liberdade para os membros da família usarem o dinheiro, também garante o controle do orçamento. E com tudo devidamente planejado e registrado, você pode seguir para o próximo passo: a análise e a definição de metas!

A definição de metas financeiras

À medida que você vai monitorando os gastos, comparando com o que você definiu no orçamento, é possível fazer ajustes caso já esteja chegando ao limite em determinada categoria. Se percebe que já ultrapassou o que estava planejado para o lazer, por exemplo, é só segurar os gastos nessa área e economizar um pouco com outras despesas.

Com o tempo, ao analisar os próprios registros, você talvez perceba que pode enxugar mais determinados tipos de gastos. Ao diagnosticar que está gastando muito com alimentação fora de casa, por exemplo, pode partir para alternativas mais baratas, como levar marmita para o trabalho ou simplesmente buscar preços mais interessantes.

A partir daí, você vai estipulando novas metas, conforme as categorias que criou. Dessa forma, fica bem mais fácil atingi-las! É importante, no entanto, que toda a família participe desse processo, já que estamos falando de um planejamento financeiro coletivo e não individual.

A reserva de emergência

Esse fundo é fundamental para garantir a segurança da família em momentos de crise, seja devido a uma demissão, ao diagnóstico de alguma doença ou a prejuízos materiais. Caso esses problemas ocorram e vocês tenham se preparado, construindo uma reserva, provavelmente não será preciso recorrer a empréstimos bancários ou à ajuda de terceiros, garantindo assim a saúde financeira e emocional de todos.

o recomendado é que a reserva de emergência consiga manter seu padrão de vida por um período de 3 a 6 meses. Mas o ideal mesmo é que esse prazo se estenda para 1 ano! Para chegar a esse valor, basta somar todos os seus gastos fixos e variáveis mensais e multiplicá-los pelo número de meses da reserva.

Digamos que, no atual padrão de vida da sua família, você gaste 2.500 reais por mês. Para montar uma reserva de 6 meses, você precisaria fazer a seguinte conta: 6 x 2.500 = 15 mil reais.

E saiba desde já: você não vai juntar esse valor rapidamente. Sim, vai levar certo tempo. Pensando nisso, comece a reservar de 10% a 15% da sua renda o quanto antes, investindo essa quantia em fundos de baixo risco que tenham uma boa liquidez — fáceis de resgatar quando necessário.

A essa altura, você deve estar aí pensando sobre como fazer todo esse controle de despesas, categorias, renda, fundos de emergência e outros detalhes, não é mesmo? Então confira a próxima dica!

A planilha amiga

A planilha financeira é uma ótima ferramenta para controlar os gastos da família. Afinal, depois de pronta, é só preencher os dados para ela ir automaticamente fazendo os cálculos. Existem diversos modelos disponíveis na internet para baixar, mas você mesmo pode montar sua própria versão. Comece inserindo 3 colunas básicas, destinadas a:

  1. descrição da transação;
  2. receitas;
  3. despesas.

Depois, reserve 5 linhas para cada categoria, começando pela renda. De 5 em 5, organize espaços para os demais grupos que vimos anteriormente:

  • moradia: aluguel, prestação da casa, condomínio;
  • mercado: alimentação, feira, açougue, padaria, materiais de limpeza e higiene;
  • saúde: remédios, consultas, planos de saúde;
  • contas da casa: luz, água, gás;
  • educação: mensalidade, material escolar;
  • transporte: ônibus, táxi, metrô, combustível, van escolar.

Conforme forem surgindo novas despesas, você pode inserir mais linhas. A princípio, sua planilha vai ficar mais ou menos assim:

 
 Descrição  Receita  Despesa
 Salário  2.570,00   
 Outras rendas  357,00  
 Aluguel    700,00
 Condomínio    80,00
 Energia elétrica    150,00
 Água    55,00
 Gás    30,00
 Mensalidade escolar     250,00
 ...    
 Subtotal  2.927,00  1.265,00 

Uma outra forma de monitorar as despesas é por meio de aplicativos para controlar gastos. Alguns deles inclusive automatizam o registro e emitem alertas quando o orçamento está chegando no limite. Vale a pena experimentar!

O planejamento de sonhos

Chegamos à cereja do bolo: com um planejamento financeiro familiar afiado, é possível tirar os sonhos do papel, seja a compra da casa própria, um carro novo, uma festa de formatura, uma viagem internacional ou mesmo ter filhos. Para concretizá-los, você pode mais que apenas deixar o dinheiro sobrar para guardar. Na verdade, é melhor investir. E é aí que entram os consórcios!

Como é muito raro encontrar pessoas disciplinadas o suficiente a ponto de conseguirem reservar uma porcentagem da sua renda mensal para alcançar um sonho futuro, o consórcio pode ser mais vantajoso. Isso porque ele obriga o consorciado a pagar as parcelas, transformando a reserva em uma obrigação, assim como qualquer outra despesa essencial.

E tem mais: existem diversos planos para os mais variados objetivos, que podem se encaixar perfeitamente no seu orçamento doméstico. Dessa forma, seus sonhos se tornam muito mais realizáveis!

Como vimos, o planejamento financeiro familiar não faz naturalmente parte da cultura dos brasileiros. As altas taxas de inadimplência provam isso! No entanto, com as dicas dadas neste guia, você vai conseguir sair dessa estatística negativa, contribuindo para que sua família viva financeiramente tranquila não só agora, mas no futuro!

Por fim, já que você descobriu como o consórcio pode ser uma ótima opção para realizar os sonhos da sua família, aproveite para entender mais sobre como funciona esse investimento baixando nosso e-book gratuito agora mesmo!

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