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7 dicas de planejamento financeiro familiar para comprar um imóvel

Fevereiro 2019

4 minutos de leitura

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Anda pensando em comprar um imóvel? Cá entre nós, esse é o tipo de decisão que se toma da noite para o dia, não é mesmo? É preciso envolver a família, analisar as possibilidades disponíveis e se preparar muito bem. Até porque existe uma infinidade de opções disponíveis no mercado. São muitas alternativas de localização, diferentes tipos de imóvel e várias possibilidades de caminho para fechar a compra. É preciso se planejar!

Com tudo isso em mente é que resolvemos preparar o post de hoje, listando as 8 melhores dicas de planejamento financeiro para você comprar um imóvel. Assim você vai poder realizar seu sonho com responsabilidade e evitar surpresas indesejadas mais para frente. Vamos nessa?

1. Liste todas as despesas

A compra de um imóvel é uma decisão importante demais para ser baseada em intuições ou achismos. Por conta disso, conhecer todas as despesas do seu orçamento familiar é fundamental. A solução aqui é bastante simples, mas só funciona se for levada a sério: você precisa tomar nota de absolutamente todos os gastos da família. Isso vale para quaisquer movimentações financeiras, desde as compras do mês até pequenos gastos do cotidiano.

Para facilitar esse trabalho, você pode lançar mão de aplicativos financeiros ou simplesmente registrar tudo em uma planilha — seja no Excel ou no caderninho mesmo, à mão. O método escolhido para anotar os gastos deve ser aquele que ficar mais fácil para você. O importante mesmo é não se esquecer de registrar nenhuma despesa, ok?

2. Defina uma meta para poupar

O objetivo dessa segunda etapa é decidir quanto você vai separar mensalmente para o pagamento do seu novo imóvel. E é aqui que entra o poder do planejamento. Depois de organizar as despesas da família, você saberá exatamente onde está gastando sua renda mensal, consequentemente facilitando o corte de gastos supérfluos.

Não existe uma regra absoluta para esse momento. O importante é que você faça cortes para que o sonho de comprar um imóvel fique cada vez mais próximo. Ao mesmo tempo, não adianta definir metas inatingíveis, pois essa pressão irreal só vai causar frustração. O ideal é poupar em torno de 30% da renda mensal familiar, valor que provavelmente será o suficiente para acomodar as prestações da casa nova. Aliás, o recomendável é mesmo que as parcelas não ultrapassem essa porcentagem.

3. Quite as dívidas atuais

Tendo fechado a compra do novo imóvel, é bem provável que você passe a arcar com parcelas mensais. Para facilitar sua organização financeira, portanto, o ideal é diminuir ao máximo a existência de outros compromissos e pendências.

É claro que, com o cuidado certo, você ainda poderá manter outros parcelamentos, mas saiba que isso pode se transformar em um obstáculo a mais no longo prazo. Afinal de contas, todos estamos sujeitos a passar por meses ou períodos mais apertados em termos de dinheiro, não é mesmo?

4. Faça uma reserva emergencial

O cenário perfeito é aquele em que você está preparado para qualquer acontecimento, mesmo que seja a perda do seu emprego ou uma despesa inesperada. Por isso, como medida extra de planejamento, você e sua família podem montar uma reserva de emergência. O objetivo da reserva é ser um fundo que só será usado em situações extremas. Com isso, vocês ficam muito mais tranquilos para trabalhar no dia a dia e planejar a compra do imóvel.

O ideal é que a reserva de emergência tenha o equivalente a 6 meses de orçamento familiar. Assim, se a família vive com 2 mil reais mensais, por exemplo, precisa juntar 12 mil reais para o fundo de emergência. E não se assuste com o número! Vocês podem ir juntando aos pouquinhos, na medida do possível, até chegar lá. Essa é uma garantia de tranquilidade que todos deveriam ter.

5. Aplique seu dinheiro

Mesmo que você já possua um valor significativo para dar entrada em um imóvel, é normal que esse tipo de compra demore um certo tempo para ser concluída — afinal, são muitos fatores a analisar. Nesse meio tempo, é importante que o dinheiro que sua família já acumulou continue rendendo. A inflação no Brasil é extremamente alta e, por causa disso, deixar o dinheiro na conta corrente ou na poupança pode fazer com que ele perca seu poder de compra.

Algumas das alternativas para investir com segurança e ainda assim obter boa rentabilidade são: títulos públicos, CDB, LCA e LCI. Se você nunca ouviu falar nesses investimentos, não se assuste! Basta procurar uma corretora de investimentos e começar a aprender sobre esse universo!

6. Defina seu objetivo financeiro

Já sabemos que seu objetivo geral é comprar um imóvel, correto? Até aí tudo bem. No entanto, esse ainda não é um objetivo financeiro. Quer entender melhor? Um objetivo geral nada mais é que um desejo ou uma vontade. Você possui o desejo de comprar um imóvel. Já um objetivo financeiro deve incluir o prazo e o valor para que esse desejo se concretize. Por exemplo: seu objetivo geral é comprar um imóvel, enquanto seu objetivo financeiro é comprar um imóvel de 300 mil reais nos próximos 3 anos. Percebe a diferença?

A definição do objetivo financeiro é importantíssima para a realização do seu sonho, seja ele qual for. Ao fazer isso, você coloca uma meta clara e palpável que pode ser alcançada, desde que haja um planejamento para tanto.

7. Escolha o tipo de imóvel

Você já pensou se prefere um imóvel novo ou usado? A verdade é que os 2 oferecem vantagens e desvantagens. Por serem mais antigos, os imóveis usados costumam ter uma boa localização, ocupando os bairros mais disputados e próximos das facilidades e serviços do dia a dia. Por outro lado, nesses imóveis os gastos com manutenção e reformas são maiores, o que pode pesar no bolso do proprietário.

Já os imóveis novos normalmente estão em áreas que tendem a crescer e se valorizar ao longo do tempo. Ou seja: essa escolha pode ser interessante em termos de investimento. Eles também permitem que o dono personalize cada detalhe de acordo com seu gosto. A desvantagem é, obviamente, o preço um pouco mais elevado.

8. Considere as alternativas de compra

É muito raro que uma família tenha o valor total do imóvel para fazer o pagamento à vista. Felizmente, existem opções viáveis que podem se adequar ao planejamento, como o consórcio e o financiamento.

Financiamento

O financiamento já foi a modalidade preferida de muitos brasileiros. A grande vantagem é que o proprietário pode usufruir do imóvel desde o início, logo após efetuar a compra. Entretanto, nos últimos tempos, as facilidades foram um pouco reduzidas. Atualmente, o valor total que pode ser financiado tende a ser menor do que era há alguns anos. Por isso, não deixe de pesquisar em diferentes instituições financeiras para encontrar aquela mais adequada ao seu caso.

Consórcio

O consórcio é uma modalidade que já era popular e vem crescendo cada vez mais. Nela, o proprietário normalmente leva mais tempo para ter as chaves em mãos. Por outro lado, as parcelas são mais acessíveis e costumam caber no orçamento de qualquer família disposta a se planejar um pouco.

Viu como, quando existe um plano envolvendo o orçamento de toda a família, fica muito mais fácil conquistar grandes sonhos, como a compra de um imóvel? Ao listar todos os gastos e definir metas para poupar, você e as demais pessoas da casa se engajam juntos no alcance dos objetivos. Com isso, o gostinho de vitória também é de todos quando a compra do novo imóvel é concretizada!

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  • Muitos de nós temos sonhos como a compra de um carro novo ou a aquisição do primeiro imóvel, não é mesmo? E uma boa saída que várias pessoas encontram para transformar esses desejos em realidade está nos consórcios. Essa já é uma tradicional forma de aquisição de bens de valores mais elevados entre os brasileiros, oferecendo baixos riscos e possibilidades reais de compra.

  • O consórcio costuma ser a melhor opção oferecida pelo mercado para a compra de bens como imóveis ou veículos quando não há dinheiro para o pagamento à vista. Esse modelo permite que haja um melhor planejamento financeiro, além de livrar você das taxas de juros aplicadas pelas instituições financeiras nos financiamentos.

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