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Poupar ou investir: saiba a diferença e qual é o melhor pra você

Fevereiro 2019

2 minutos de leitura

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Nosso vocabulário muitas vezes faz com que usemos algumas palavras como sinônimos, quando elas na verdade não são. E isso atrapalha algumas definições importantes. É o que acontece, por exemplo, quando falamos de poupar ou investir. Embora, sejam conceitos ligados, cada um descreve uma situação específica.

Compreender as distinções entre esses termos é simples e ajuda a saber o que fazer com o dinheiro, de acordo com a sua condição financeira e os seus objetivos. Pensando nisso, detalhamos no post a diferença entre poupar e investir e qual dessas opções costuma ser melhor. Acompanhe!

O que é poupar?

Poupar é a palavra que define o ato de separar uma parte da renda com o intuito de reunir uma quantia suficiente para a realização de um objetivo. Tal objetivo pode ser a compra de um bem (como um carro ou uma casa) ou somente a manutenção de uma reserva financeira para imprevistos, como uma demissão ou emergência médica. O dinheiro destinado à formação de uma poupança vem, sobretudo, de economias feitas no orçamento doméstico. 

Quem poupa dinheiro geralmente faz isso depositando os recursos em uma caderneta de poupança. Ainda que o rendimento seja bem baixo, isso ajuda a proteger os valores da inflação, que compromete o poder de compra ao longo do tempo. De todo modo, mesmo quem mantém o montante acumulado em uma conta-corrente ou em casa está fazendo uma poupança.

O que é investir?

Investir é fazer qualquer dispêndio com o intuito de obter um retorno futuro. Ou seja, quem investe espera que o montante aplicado resulte em mais dinheiro depois de determinado período.

Assim, enquanto a poupança é resultado de uma economia de recursos e tem como objetivo a compra de um bem ou a proteção contra imprevistos, o investimento busca uma rentabilização da quantia disponível. E isso pode ser feito de várias formas, com diferentes graus de risco e rentabilidade.

O mercado financeiro dispõe de diversas alternativas para quem quer fazer o seu dinheiro render, desde as mais conservadoras (como o Tesouro Direito, o CDB, as Letras de Crédito e os fundos de renda fixa) até as mais ousadas (como a bolsa de valores). Outras opções são a negociação de imóveis ou os consórcios, por exemplo.

Seja qual for a sua escolha, o investidor acredita que o retorno obtido com aquela aplicação tende a ser maior que o risco, fazendo com ele confie e coloque seu dinheiro ali com a perspectiva de ganhos.

Poupar ou investir? O que é melhor?

Diante da diferenciação dos termos, responder qual é melhor depende de uma análise cuidadosa de cada caso. Quem tem como meta apenas manter uma reserva de emergência deve focar em poupar. Muitos investimentos têm prazos que restringem saques a qualquer momento, o que pode ser complicado na hora em que for preciso utilizar o dinheiro.

Ademais, um investimento visa sempre o médio e o longo prazo, e presume que a quantia utilizada não será necessária por esse período. Antes de investir, a pessoa precisa conhecer bem as regras da aplicação escolhida e estar cientes dos riscos — que, por menores que sejam, sempre existem. A partir disso, o tempo e o dinheiro passam a trabalhar a seu favor.

Com isso, quase sempre fazer um investimento é melhor que manter a simples poupança. Contudo, como já mencionamos neste texto, decidir entre poupar ou investir passa pela avaliação da condição de momento. Do mesmo modo que não faz sentido manter dinheiro debaixo do colchão, quem tem dívidas deve priorizá-las antes de dar o próximo passo.

Você deseja investir mas não quer correr tantos riscos? Sabia que o consórcio é uma ótima alternativa de investimento? Entre em contato com a Rodobens e conheça as melhores opções do mercado! 

 

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