Todos estamos sujeitos a imprevistos dos mais diversos. Sejam eles pequenos, como um defeito no carro, ou mais complexos, como um problema de saúde ou o desemprego, muitas e muitas vezes é simplesmente impossível evitar que eles aconteçam. Por isso, é essencial estar preparado para qualquer cenário.

    Uma das melhores formas de fazer isso é montando uma reserva de emergência. Dessa forma, você deixa se liberta da dependência de outras fontes de recurso em casos de urgência, além de permitir a manutenção de um mínimo de conforto em situações extremas, como em uma demissão.

    Pensando nesse contexto, elaboramos este post para funcionar como um guia, trazendo um passo a passo para a criação da sua reserva financeira. Acompanhe!

    Analise sua situação financeira

    Antes de dar início à formação da reserva financeira, é preciso avaliar a situação das finanças da casa. Afinal, algumas condições até dispensam a formação de uma reserva financeira ou podem obrigar que essa vontade seja adiada. É o caso de quem tem dívidas, por exemplo.

    Pense bem: não faz sentido dedicar parte da renda a um montante que só será usado no futuro enquanto as contas estão atrasadas e os juros, acumulando.

    Determine o valor adequado

    Essa talvez seja a parte mais difícil na hora de montar uma reserva financeira: definir um valor. Mas calma, porque algumas dicas podem ajudar bastante nos cálculos.

    Primeiramente, avalie seu padrão de consumo de acordo com o mínimo mensal necessário para assegurar um dia a dia tranquilo. Isso considera alimentação, aluguel, luz, água e outros gastos primordiais, seus e da sua família, caso você tenha dependentes. Depois, é hora de pensar sobre sua condição profissional.

    Funcionários públicos com estabilidade, por exemplo, podem se dar ao luxo de formar reservas menores, com o equivalente a 3 meses de gastos. Já quem trabalha com carteira assinada, sem maiores garantias, deve fazer uma reserva mais gorda, que cubra ao menos 6 meses de despesas. Quem é autônomo pode considerar períodos ainda maiores, de cerca de 1 ano.

    Defina uma meta mensal de economia

    Com a quantia total definida, é preciso calcular a parcela da renda mensal que será destinada à formação da sua reserva. Procure cortar gastosdesnecessários do orçamento e, com uma folga, separe uma porcentagem fixa dos recursos que entram todo mês.

    Tais valores podem ser pequenos no começo, correspondendo a 5% do salário, por exemplo, aumentando progressivamente até chegar aos 15%, um número considerado muito bom.

    Procure formas de investimento

    Com a reserva ganhando forma, é essencial encontrar formas de investir seu dinheiro, principalmente para que ele não perca valor ao longo do tempo. Foque em aplicações de baixo risco e com alta liquidez, que permitam o saque dos recursos depositados sem muita burocracia.

    A caderneta de poupança é uma opção bastante comum, mas seu rendimento não é dos mais atrativos, muitas vezes sequer cobrindo a inflação. Títulos públicos do Tesouro Direto também são alternativas interessantes.

    Com o passar do tempo, no entanto, é preciso expandir a opção de investimentos. Uma alternativa a ser considerada é o consórcio. Com uma fatia do dinheiro economizado mensalmente, é possível fazer parte de um grupo e adquirir bens que incrementarão o patrimônio da família.

    Seja inteligente ao usar a reserva

    Para formar e usar adequadamente sua reserva, além de planejamento, é preciso ter inteligência. Afinal, não são nada raros os casos de pessoas que confundem desejos e vontades com emergências, gastando o dinheiro acumulado sem realmente precisar. Por isso, é necessário disciplina e cuidado com esses recursos.

    No começo, pode ser um pouco complicado, mas, seguindo os passos apresentados neste post, montar uma reserva de emergência certamente ficará bem mais fácil. Pronto para começar?

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