Depois da reserva de emergência, quanto da renda destinar para investimentos?

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Uma das principais recomendações para quem quer começar a investir dinheiro é, primeiro, criar uma reserva de emergência. A ideia é garantir um 'pé-de-meia' para possíveis momentos de sufoco e, a partir daí, procurar investimentos de longo prazo ou mesmo de maior risco.

Existem vários motivos para essa recomendação. O principal deles é que, com uma reserva de emergência garantida, você tem mais tranquilidade e segurança para enfrentar qualquer imprevisto. 

Isso porque, quando decide aplicar dinheiro em um projeto de investimento, existe um certo grau de rigidez nesse valor aplicado. Isso significa que, em toda situação de necessidade, o resgate não é imediato, o que torna o cenário ainda mais grave, ou que você pode perder dinheiro se decidir tirar a aplicação de uma hora pra outra, sem planejamento.

Agora, se você já tem esse dinheiro separado, confira nossas dicas e entenda quanto da renda destinar para investimentos!

Qual é a importância da reserva de emergência?

Uma boa reserva é constituída com base em um valor proporcional ao pagamento de um ano de custos sem a entrada de qualquer fonte de renda. Assim, caso o seu custo mensal seja de R$ 3 mil, uma boa reserva de emergência deve ser equivalente a R$ 36 mil. Isso oferece conforto para lidar com situações imprevistas como acidentes, doenças ou desemprego.

A reserva funciona como um capital de giro para sua família. Imagine, por exemplo, que em um momento ruim da economia você acaba perdendo seu emprego. Com uma boa reserva, não há graves mudanças no seu hábito de consumo e a família não é afetada por esse acontecimento, além de ficar tranquilo até o surgimento de uma nova vaga de trabalho.

Desse modo, a reserva serve para manter a segurança, bem-estar e bons padrões de consumo durante momentos imprevistos. Assim, ela serve para reduzir seu risco e manter todas as condições de vida, mesmo em situações de dificuldade.

Quanto da renda destinar para investimentos?

Com a reserva completa, você fica livre para aplicar o dinheiro em investimentos do seu interesse. Ele pode ser destinado a alternativas que produzem renda passiva como ações, títulos ou debêntures, ou mesmo para a compra de bens, como o financiamento de uma casa ou carro. 

Em ambos os casos, o recomendado é que não se ultrapasse 30% da renda fixa mensal. Assim, você não compromete uma parcela significativa do orçamento e minimiza os riscos de inadimplência. 

Como realizar um bom planejamento financeiro?

Um bom planejamento financeiro deve ser pautado em algumas premissas básicas. Primeiro, é importante avaliar suas receitas e despesas para não acumular dívidas, pois, além de dificultar seu acesso ao crédito, tais condições podem causar grande estresse e desgaste emocional.

O segundo ponto é ter uma boa reserva para emergência ou oportunidades de negócios. Esse valor serve para oferecer tranquilidade e conforto diante de qualquer adversidade. 

O terceiro ponto se refere a uma aplicação inteligente de capital, considerando os ativos alinhados ao seu perfil de investidor e com os objetivos listados para essa aquisição.

Viu como é importante contar com boas estratégias para aplicar bem o seu dinheiro? Por meio da criação de uma reserva de emergência, você conta com a segurança necessária para planejar os seus investimentos, permitindo que seus ativos cumpram o período de maturação acordado. Assim, seu dinheiro rende mais e garante a sua segurança e de toda a família. 

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