Levando em conta que os imóveis costumam ser os bens mais preciosos de pessoas e empresas, nenhuma proteção é demais. Por isso, a contratação de um seguro imobiliário é indispensável para quem quer fugir de imprevistos envolvendo seu patrimônio. Sem falar que é um trâmite quase sempre obrigatório em imóveis alugados ou financiados, sabia?

    Se você está fazendo cotações para contratar um seguro imobiliário, chegou ao post certo. Confira nos próximos tópicos quais fatores impactam no cálculo do preço a ser pago!

    Como funciona um seguro imobiliário?

    Apesar do nome, um seguro imobiliário funciona de uma forma um pouco diferente de um seguro residencial. Enquanto esse último é contratado individualmente para proteger casas e apartamentos, o primeiro tem como foco resguardar imóveis locados ou financiados.

    Isso garante ao locador, à imobiliária ou ao banco que está fazendo o financiamento a garantia do pagamento de uma indenização em caso de sinistros que possam comprometer a propriedade.

    Que fatores influenciam o cálculo do valor?

    Para compor o preço a ser pago pelo seguro imobiliário, diversos fatores são levados em conta, cada um deles contribuindo de uma forma para o aumento ou a diminuição do valor total. Conheça alguns dos aspectos considerados!

    Tipo do imóvel

    Não é lenda: apartamentos realmente pagam um seguro mais barato que as casas. E a explicação para isso é simples: os condomínios que abrigam os apartamentos já pagam um seguro que cobre danos às áreas comuns da construção. Além disso, é mais comum que prédios contem com sistemas de proteção contra raios e incêndios, por exemplo. Já as casas ficam mais expostas a intempéries e não dispõem de tanta proteção, o que eleva os riscos e, por consequência, aumenta o preço.

    Valor da reconstrução

    Ao contrário do que muitos pensam, o valor da indenização a ser paga em caso de sinistro não é baseada no valor comercial do imóvel. Na verdade, o cálculo é feito a partir do custo de reconstrução do imóvel caso ele sofra alguma avaria. Esse custo considera a média de preços de material e mão de obra, sendo sempre proporcional ao tamanho em metros quadrados da área construída.

    Coberturas adicionais

    As coberturas são divididas em 2 categorias: as básicas e as adicionais. Quanto mais coberturas adicionais forem acrescentadas, maior será o preço do seguro.

    As coberturas básicas geralmente se restringem a danos causados por incêndios que se espalham pelo imóvel e comprometem sua estrutura. Explosões e raios também tendem a estar incluídos no pacote básico de proteção.

    Já as coberturas adicionais abrangem uma série de intempéries climáticas, como inundações, vendavais e tempestades de granizo, além de danos causados por distúrbios na rede elétrica. É possível incluir na apólice até os bens no interior no imóvel.

    Para fazer uma escolha certeira, é importante avaliar quais são os riscos reais a que o imóvel está submetido. Não faz sentido, por exemplo, contratar uma cobertura adicional contra inundações em uma área em que chove pouco.

    Por mais que ninguém nunca espere ter que efetivamente acionar um seguro imobiliário, ele deve ser visto como uma ferramenta de proteção para bens que foram conquistados com muito esforço. Merece a devida atenção, não concorda?

    Para conhecer alguns dos principais cuidados que você deve ter ao efetivamente contratar um seguro, leia este nosso outro post!