Eletroportáteis, como tablets, notebooks e especialmente celulares, são itens de consumo desejados pela maioria das pessoas. Por outro lado, também são alvos frequentes de ladrões. Entre dispositivos roubados e perdidos, 1,5 milhão de celulares foram bloqueados nos 12 meses anteriores a novembro de 2017, de acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL). Para ficar de fora dessa estatística, é importante entender como um seguro para celular funciona.

    Afinal, diante de números como esses e do alto custo dos aparelhos, os seguros são cada vez mais solicitados pelos proprietários. Pensando nisso, preparamos este post para que você saiba tudo sobre o assunto. Continue a leitura e fique de olho!

    Como um seguro para celular funciona?

    O funcionamento de um seguro para celular mantém os padrões dos outros tipos de seguros. Mediante o pagamento de um valor, a seguradora assume a responsabilidade de arcar com partes do custo caso algo de ruim aconteça com o bem segurado.

    No caso dos celulares, o preço a ser pago varia de acordo com o modelo do aparelho (quanto mais caro, maior o valor), o prazo e as coberturas oferecidas. Como condição para a contratação, geralmente exige-se que o telefone tenha até 12 meses de uso, tenha sido adquirido no Brasil e possua nota fiscal. A indenização costuma ser paga em dinheiro ou com um aparelho novo.

    Quais tipos de ocorrência são cobertos?

    Na hora de escolher um seguro para celular, é preciso ficar atento às coberturas oferecidas, já que nem todas as ocorrências são cobertas. A maioria dos seguros cobre apenas furtos e roubos qualificados. Ou seja, se o celular foi deixado em um canto qualquer e levado sem qualquer esforço, o segurado não tem direito à indenização.

    Por outro lado, existem opções de coberturas mais completas. Elas são mais caras, mas oferecem proteção contra acidentes que danifiquem a tela, por exemplo.

    Em que condições vale acionar o seguro?

    Apesar da proteção, nem sempre é um bom negócio acionar o seguro em caso de sinistro. Isso acontece principalmente por causa da chamada franquia. Ela estabelece que o segurado pague parte do valor do aparelho para que ele possa ser ressarcido e, em alguns casos, pode chegar a 25% do preço do celular.

    De qualquer forma, em caso de roubo ou furto, é sempre importante registrar o crime por meio de um boletim de ocorrência (BO) junto à polícia. Ele será a prova solicitada pela seguradora para dar início ao processo de acionamento da apólice.

    Como contratar um seguro desse tipo?

    Quem quer a proteção de um seguro para seu aparelho conta com duas opções: os seguros oferecidos pelas lojas e operadoras ou a contratação direta em uma seguradora.

    A contração em lojas e operadoras normalmente é feita no momento da compra. Algumas delas disponibilizam opções de baixo custa que podem ser cobradas diretamente na conta mensal, mas que oferecem coberturas bastante reduzidas.

    Já quem optar por fazer a contratação com as seguradoras deve pesquisar a reputação das empresas, comparar preços e analisar com cuidados todas as condições do contrato. Faça proveito da praticidade da internet, pois muitas seguradoras contam com atendimento online.

    Agora que você sabe como um seguro para celular funciona, avalie se a contratação desse serviço é vantajosa para sua condição. Se você tem um aparelho caro e frequenta áreas com alta incidência de crimes do tipo, contratar um seguro pode representar uma ótima forma de se proteger.

    Quer conhecer uma opção de seguro para celular confiável? Entre em contato com a Rodobens agora mesmo e veja o que podemos fazer por você!