Seguro viagem: entenda como funciona e quais são os benefícios

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    O seguro viagem é um serviço que oferece assistência médica e outras coberturas a pessoas em trânsito, seja em destinos nacionais ou internacionais. Ele é exigido para a entrada em alguns países, a exemplo dos países europeus que integram o Acordo de Schengen.

    Você por acaso já reparou como, entre os vários tipos de seguro existentes, aquele que se propõe a proteger as pessoas durante as viagens costuma não ser devidamente valorizado? Parece que, por ser preventivo, ele normalmente é visto como dispensável. Afinal, só é usado quando surgem problemas. Pois chegou a hora de mudar essa percepção!

    A verdade é que a contratação do seguro é parte fundamental das preparações para qualquer viagem. Sem ele, você não pode (nem deve) arriscar negócios, férias em família, nem mesmo momentos de relaxamento. Melhor tomar logo essa providência para não perder oportunidades, não concorda?

    Para começar essa conversa bem do princípio, você precisa entender o que é seguro viagem. Quer saber direitinho como esse serviço funciona e por que ele é tão necessário? Então acompanhe!

    Qual a importância de contratar um seguro viagem?

    Como diz o ditado, o paradoxo dos imprevistos é que eles podem ser evitados. Seguindo essa lógica, quem não quer correr o risco de se atrasar, sai de casa com tempo de sobra. Da mesma forma, se você não quer ser pego desprevenido, tendo que arcar com gastos extras, precisa fazer uma reserva de segurança.

    No contexto de uma viagem, vale lembrar do tempo de planejamento como parte importante do processo. Quanto mais especial é o deslocamento, maiores são os cuidados que ele requer. Imagine que você esteja há meses sonhando com um período de férias em família: pais, filhos e avós, todos juntos. O destino? Um lugar agradável e distante. Nesse cenário, você prepara uma checklist de cuidados e a segue, incluindo, por exemplo:

    • busca antecipada de passagens;
    • pesquisa por pacotes mais econômicos;
    • procura por referências para uma hospedagem segura e confortável;
    • pesquisa de serviços de transporte locais — como locações, táxi ou Uber;
    • separação da documentação necessária para cada viajante;
    • preparação de mala com roupas suficientes para o período e condizentes com o clima local;
    • identificação e chaveamento das bagagens;
    • reserva financeira para gastar durante a viagem;
    • separação de medicamentos de uso contínuo.

    Se está tudo sob controle, nada pode dar errado, concorda? Pense muito bem antes de dizer que sim! Tudo bem que o que você menos deseja é que, depois de meses de preparo, algum imprevisto durante a viagemcoloque abaixo toda a logística programada. Na prática, porém, não existem garantias.

    Basta uma emergência médica ou uma mala extraviada para estragar seu planejamento. E isso vale tanto para uma viagem em família como para uma lua de mel ou mesmo para um período sabático, viu?

    Como funciona o seguro viagem?

    O seguro viagem tem período de validade definido de acordo com a duração do seu deslocamento. Ele protege o segurado contra eventualidades cobertas e suas consequências. A contratação é feita junto a uma seguradora idônea e autorizada a funcionar pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), que regulamenta as companhias de seguro.

    Um seguro viagem dá suporte exatamente nas situações que podem prejudicar seu cronograma, estragando oportunidades únicas e ocasiões importantes. Como veremos a seguir, as coberturas oferecidas protegem o contratante diante de incidentes dos mais corriqueiros aos mais graves, fornecendo a assistência necessária para não prejudicar ou até interromper a viagem.

    Sem falar que alguns destinos internacionais exigem a contratação de um seguro viagem. Sem ele, o turista pode ter que dar meia-volta do aeroporto mesmo, retornando para casa sem sequer colocar os pés em solo estrangeiro. Melhor não correr esse risco, não é mesmo?

    O seguro é obrigatório nas viagens internacionais?

    A contratação do seguro viagem é fundamental, especialmente em viagens internacionais. Já imaginou adoecer ou sofrer qualquer tipo de acidente envolvendo emergência médica fora do Brasil, sem contar com o devido suporte?

    Nesse contexto, uma simples gripe pode causar muito mais que dor de cabeça. Lembre-se de que você estará em terras estranhas, sem poder recorrer à ajuda de vizinhos, amigos ou conhecidos, sujeito a um sistema de saúde que pode não ser tão receptivo.

    Nem todos os países do mundo dispõem de uma assistência médica pública  como nosso Sistema Único de Saúde (SUS). Alguns destinos disponibilizam seu sistema para brasileiros contribuintes do INSS, desde que portem o Certificado de Direito a Assistência Médica durante Estadia Temporária (CDAM). É o caso de:

    • Portugal;
    • Espanha;
    • Grécia;
    • Itália;
    • Uruguai;
    • Argentina;
    • Chile;
    • Cabo Verde.

    Viajando para a Europa

    No Reino Unido, que engloba Escócia, Inglaterra, Irlanda do Norte e País de Gales, o viajante pode usufruir da saúde pública. Aliás, o National Health System (NHS) é um dos melhores do mundo! E o melhor: dá cobertura tanto a visitantes como a moradores legais e estudantes de cursos com mais de 6 meses de duração.

    Dependendo do caso, porém, é preciso desembolsar um bom dinheiro. Emergências, tratamento psiquiátrico e contaminações por doenças infecciosas são atendidas pelo NHS. Já tratamentos prolongados e internações precisam ser custeados pelo paciente.

    Para sair do Reino Unido e ir a qualquer outro país europeu, porém, você vai precisar de um seguro viagem. Ele é exigido pelos países integrantes do Acordo de Schengen, um tratado de livre circulação que engloba várias nações e facilita a passagem dos viajantes entre suas fronteiras. Fazem parte desse acordo:

    • Alemanha;
    • Áustria;
    • Bélgica;
    • Dinamarca;
    • Eslováquia;
    • Eslovênia;
    • Espanha;
    • Estônia;
    • Finlândia;
    • França;
    • Grécia;
    • Holanda;
    • Hungria;
    • Islândia;
    • Itália;
    • Liechtenstein;
    • Letônia;
    • Lituânia;
    • Luxemburgo;
    • Malta;
    • Noruega;
    • Polônia;
    • Portugal;
    • República Tcheca;
    • Suécia;
    • Suíça.

    Conhecendo os Estados Unidos

    Nada de serviços médicos públicos para viajantes nos Estados Unidos! Aliás, muito pelo contrário: a excelente rede de saúde de lá costuma ser bastante cara, com qualquer hospitalização apresentando um preço bem elevado.

    Segundo dados da Kaiser Family Foundation, o custo médio diário de uma internação nas terras do Tio Sam é de quase 2 mil dólares. Em geral, como pode ser pesquisado no MyTravelCost, gastos com saúde nos EUA chegam a superar em 71% os valores brasileiros.

    Por lá, portanto, se você precisar fazer uma consulta simples, pode ter que pagar cerca de 400 dólares. Mesmo com um orçamento confortável, esse valor ainda é muito alto, não acha? Veja alguns exemplos de procedimentos e preços médios na rede de saúde americana:

    • 40 mil dólares: custo de uma cirurgia de apendicite que não envolva complicações e precise de um dia de internação;
    • 5 mil dólares: custo de uma internação por gastroenterite, aquela infecção desagradável que provoca vômitos, diarreia e mal-estar físico;
    • 600 dólares: uma restauração dentária simples.

    É isso mesmo: uma dor de dente ou um mal-estar digestivo nas terras do Tio Sam pode sair muito caro! Considerando tudo isso, fica fácil perceber que o preço médio de um seguro viagem  ainda que mude conforme a cobertura escolhida  é ínfimo.

    Explorando a Austrália

    No caso de uma visita à Austrália, o seguro viagem é obrigatório. O sistema de saúde australiano é privado, só podendo usufruir gratuitamente dele aqueles visitantes que vêm de países com tratado de reciprocidade. Mas esse não é o caso do Brasil, ok?

    Para quem pretende estudar por mais de 3 meses na terra dos cangurus, é preciso adquirir um seguro específico: o Overseas Students Health Cover (OSHC), que deve durar pela mesma validade do visto e precisa ser contratado junto a alguma empresa australiana.

    Ele ajuda no pagamento de consultas médicas, sejam realizadas em hospitais, consultórios ou em domicílio. Porém, mesmo contratando o OSHC, é prudente que os estudantes tenham um seguro viagem adicional, que cubra despesas com dentista, fisioterapeuta, oftalmologista, ambulância e remédios.

    Seja qual for seu destino, o melhor é pesquisar sobre a legislação no que se refere ao seguro viagem internacional. Procure saber a respeito do sistema de saúde do lugar e dos preços médios de atendimento para comparar o custo-benefício da contratação. Não vai ser difícil perceber que a prudência é mais econômica que o risco.

    Vale a pena contratar seguro viagem em destinos nacionais?

    Para as viagens nacionais dá para dispensar a contratação de um seguro, correto? Errado! Embora esteja em terras brasileiras, conte com seu plano de saúde habitual e conheça o funcionamento do SUS. É importante sim se preocupar com sua segurança e, se for o caso, daqueles que estão viajando com você.

    Primeiramente porque, quando se trata de saúde, segurança adicional nunca é demais. Em segundo lugar, porque, embora tenhamos dado foco a esse fator até agora, o seguro não se limita à assistência médica. Um seguro também cobre, além da assistência médica, eventuais necessidades de:

    • localização de bagagem;
    • pagamento de fiança;
    • auxílio em caso de perda de documentos;
    • regresso antecipado por urgência médica ou falecimento.

    Isso sem falar dos tantos outros imprevistos que podem prejudicar significativamente seus dias de negócio ou descanso.

    Dê atenção ainda à possibilidade de acidentes nas viagens. Se ninguém está livre disso no dia a dia, imagine quando não se conhece os costumes ou as características da população e do trânsito de um lugar!

    É fato: mesmo o mais precavido dos motoristas pode passar por momentos de dificuldade. Para isso, basta que um pedestre desatento cruze seu caminho, por exemplo. Aí você não somente busca atendimento médico como também faz o devido acionamento legal. Nessas horas, é importante contar com assistência 24 horas para ter o suporte necessário e minimizar os danos.

    Como é a assistência em caso de acidentes pessoais?

    Para acessar a assistência e demais coberturas, é importante manter sempre a seu alcance a apólice e os números que devem ser contatados em caso de sinistro.

    Vale lembrar que, em casos mais graves, o titular pode estar inconsciente ou não ter condições de entrar em contato com a seguradora. Por isso, é bom manter essas informações com alguém de confiança no seu estado de origem para providenciar o contato, caso seja necessário.

    Veja a seguir quais são as coberturas para o caso de acidentes pessoais!

    Invalidez permanente

    Se houver perda total, redução ou qualquer limitação funcional definitiva em decorrência de um acidente durante a viagem, a seguradora deve indenizar o contratante, de acordo com o que estiver previsto em contrato.

    Morte natural

    Nesse caso extremo, a indenização pode variar, ocorrendo de forma única ou como renda, em caso de falecimento do segurado por causas naturais durante sua viagem.

    Morte acidental

    Havendo morte por acidente durante a viagem, a seguradora paga o valor contratado aos respectivos beneficiários.

    Traslado de corpo

    São cobertas todas as despesas relativas à liberação e ao transporte do corpo da pessoa segurada, do local do sinistro até o lar ou ao local de sepultamento. Também são cobertos quaisquer outros gastos considerados imprescindíveis para o traslado.

    O seguro viagem dá suporte para problemas de saúde?

    Na ocorrência de problemas de saúde, existem 2 possibilidades de atendimento:

    1. em forma de seguro, quando o contratante arca com as despesas para depois ser ressarcido pela seguradora;
    2. em forma de assistência, quando, na ocorrência de uma necessidade, a seguradora indica profissionais, clínicas e hospitais conveniados para atender o segurado já dentro da cobertura contratada.

    Se o problema for tão emergencial que o viajante não tenha tempo de entrar em contato com a seguradora antes de ser socorrido, é muito importante que ele repasse os dados do seguro no local onde será atendido e, em seguida, transmita as informações à seguradora assim que possível.

    Por precaução, é bom conhecer antecipadamente as condições do seguro, já que alguns exigem um limite máximo de horas para comunicar essas informações.

    Vale salientar que, caso o atendimento médico ultrapasse a data final da validade do seguro, o prazo é automaticamente estendido. Ainda assim, o valor da cobertura respeitará o montante máximo acordado em contrato.

    Doenças previamente existentes

    Conheça previamente os detalhes da contratação do seguro, não deixando para consultar o documento só na hora da necessidade, ok? Nesse sentido, um ponto que merece sua atenção é a cobertura para doenças preexistentes.

    Coberturas de despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas precisam obrigatoriamente englobar eventuais crises causadas por problemas preexistentes ou crônicos. No entanto, elas normalmente se limitam a cobrir o processo de estabilização do quadro para que o segurado saia da situação de emergência ou urgência.

    Aliás, vamos esclarecer uma diferença básica:

    • uma emergência é quando você precisa ser atendido imediatamente por estar correndo risco de morte em função de um problema de saúde ou de um acidente;
    • a urgência acontece quando você precisa de atendimento, mas pode ceder a prioridade a casos emergenciais.

    Para as demais coberturas, fora de situações de urgência e emergência, as doenças preexistentes podem ser excluídas, desde que a seguradora tenha pedido uma declaração de saúde do contratante. Nesse caso, o atendimento aos problemas de saúde preexistentes está automaticamente coberto.

    Quais são as coberturas do seguro viagem?

    Vamos agora abordar as principais coberturas de um seguro viagem, sejam elas básicas ou adicionais. Confira!

    Coberturas básicas

    Pelo menos uma das seguintes ocorrências precisa estar coberta pelo seguro viagem:

    DHMO em viagem nacional

    Começa a contar desde a saída do segurado da sua cidade de origem, envolve despesas médicas e hospitalares (além de odontológicas) decorrentes de acidentes ou problemas de saúde súbitos e agudos ocorridos durante uma viagem nacional.

    DHMO em viagem internacional

    Vale desde a constatação da saída do contratante do país de origem, envolve despesas decorrentes de acidentes ou problemas de saúde súbitos e agudos ocorridos durante viagens internacionais.

    Traslado de corpo

    Não pode ser contratado isoladamente e indeniza as despesas com liberação e transporte de corpos, além de todos os procedimentos necessários para isso.

    Regresso sanitário

    Indeniza o passageiro retornando ao local de origem, caso ele não possa viajar de forma regular por limitações de saúde cobertas ou acidentes pessoais. Pode incluir mais de uma remoção, se o médico responsável assim o exigir.

    Traslado médico

    Indeniza gastos para remover ou transferir o segurado para clínicas ou hospitais com condições para atendê-lo, seja em caso de enfermidades ou acidentes pessoais cobertos pelo seguro.

    Morte em viagem

    Como já falamos, indeniza os beneficiários se o segurado falecer durante a viagem por motivos de ordem natural ou acidental.

    Invalidez permanente total ou parcial

    Garante a indenização ao segurado de acordo com o que estiver estabelecido em contrato quanto a lesões decorrentes de acidentes que limitem sua capacidade funcional de forma definitiva.

    Coberturas adicionais

    As seguintes coberturas são opcionais:

    • danos à bagagem, podendo contemplar situações de roubo, extravio, furto ou danos estruturais, desde que devidamente comprovados;
    • funeral, indenizando as despesas em caso de falecimento do segurado;
    • cancelamento de viagem, para despesas não reembolsáveis relativas a pacotes turísticos ou serviços de agências de viagens, como transporte e hospedagem, se o segurado não puder dar continuidade ao cronograma;
    • regresso antecipado, para despesas relativas ao retorno do segurado a seu local de origem causado por eventos cobertos.

    Além dessas, também é possível haver outras coberturas adicionais, desde que relacionadas à viagem em si. Elas podem variar conforme o perfil do segurado, avaliando as atividades previstas e as motivações da viagem. Sabia que existem, por exemplo, seguros com coberturas especiais para quem deseja praticar esportes radicais?

    A apólice funciona como um contrato, especificando o que está coberto e em quais condições, além de conter os dados para contato com a seguradora. Ela deve ser assinada não só pelo segurado, mas também pela seguradora, pois é a garantia do compromisso de ambas as partes.

    O contrato de seguro é formado por um conjunto independente de documentos, composto por proposta, apólice e endosso. Entenda!

    Proposta

    Documento que descreve detalhada e completamente como funciona o seguro viagem, informando o que está sendo segurado, caracterizando o proponente (aquele que deseja contratar o seguro) e as condições financeiras da negociação.

    Apólice

    É ela que de fato formaliza a aquisição do seguro, garantindo o aceite do negócio pela seguradora e precisando ser emitida em até 15 dias a contar da data da aceitação da proposta.

    Endosso

    Contempla quaisquer eventuais alterações no contrato do seguro, modificando ou corrigindo dados — como o valor do prêmio, a data de pagamento, a validade do seguro e assim por diante.

    Fique atento: se receber somente um documento com os valores contratados e o manual do seguro, observe se ele possui o número do processo na SUSEP, bem como o número da apólice.

    Além disso, leve a apólice sempre com você, para o caso de surgir qualquer necessidade coberta pelo plano. Enquanto não é emitida, dentro dos 15 dias legais para tanto, você está garantido pelo protocolo de recebimento da proposta que a seguradora emite na segunda via, que fica em seu poder.

    Qual o papel da seguradora na assistência?

    Por mais que você possa adquirir seu seguro junto a um corretor ou a uma empresa corretora, é a seguradora quem de fato emite seu contrato e garante as condições negociadas. Seu papel é fundamental, pois é justamente a seguradora que vai atendê-lo em situações emergenciais e ficar à sua disposição para prestar um bom serviço. Por isso, é preciso ter muito cuidado na hora da contratação.

    Vale ressaltar que o valor do seguro viagem pode variar, mas nunca será excessivamente caro. O segredo está em focar não no mais barato, mas no mais bem avaliado.

    Analisar a reputação da seguradora, sua situação junto à SUSEP, sua disponibilidade para contato e outros fatores são cuidados fundamentais na hora da escolha. Caso contrário, você pode realmente tentar se precaver, contratando o seguro viagem e tomando todos os cuidados possíveis, mas, na hora da necessidade, não contar com a ajuda de que realmente precisa.

    Quem costuma viajar contando apenas com aqueles seguros oferecidos pelos cartões de crédito pode estar se arriscando. Além de terem coberturas mais limitadas e impessoais, o contato pode ser mais difícil, já que uma seguradora é especializada nesse tipo de atendimento e habituada a realizá-lo, ao contrário de uma administradora de cartões.

    Portanto, fique atento: de todos os cuidados na hora de contratar seu seguro, a escolha da seguradora é um dos pontos mais importantes.

    Que cuidados tomar na hora da contratação?

    Por falar em cuidado, vamos fazer um resumo dos principais? Tome nota!

    Faça uma pesquisa

    Pesquise a confiabilidade da seguradora e os índices de satisfação de seus clientes para focar afunilar suas possibilidades apenas nas melhores.

    Planeje a viagem

    Para descobrir o que precisa, avalie as condições da sua viagem. O que pretende fazer durante a estadia no destino? Quem vai com você? Qual a duração da viagem? E quais são os possíveis riscos do local a ser visitado? Tudo isso deve ser levantado antes de definir o próximo passo.

    Avalie as coberturas

    Nem tanto ao mar, nem tanto à terra: você não precisa se encher de coberturas caso perceba que elas são improváveis para seu perfil e para o planejamento da sua viagem. Por outro lado, enxugar muito seu seguro pode não valer a pena. Além de anular sua proteção para vários riscos, pode ser que seu destino exija coberturas específicas. Fique atento!

    Verifique as exigências do destino

    Estados Unidos, Canadá, Europa, Austrália: seja qual for seu ponto de chegada, procure se informar sobre tudo o que ele exige de seus visitantes. Como falamos, há algumas exigências específicas em determinados países, como aqueles do Tratado de Schengen, que pedem uma cobertura mínima de 30 mil euros.

    Confira o que não é coberto

    Para não ser pego de surpresa, confira o que não está incluído na cobertura. Fique de olho nas entrelinhas da apólice, que podem conter exceções importantes.

    Por fim, agora que você já tem uma visão completa sobre o assunto e sabe direitinho como funciona seguro viagem, suas características e seus pontos de atenção, sente-se pronto para escolher a melhor opção?

    Lembre-se de que a Rodobens é sua parceira para todas as ocasiões e oferece sempre o melhor para sua segurança e comodidade. Antes da sua viagem, portanto, entre em contato conosco para conhecer nossas coberturas e fazer uma cotação. Assim você viaja muito bem acompanhado!